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Delação premiada x Confissão bíblica

Exercite o eficaz recurso da confissão espontânea, livre-se de qualquer sentimento de culpa e alcance a benevolência do Rei Jesus

fonte: Guiame, Gilb

Atualizado: Quarta-feira, 6 Maio de 2015 as 12:34

Oração
Oração

O recurso jurídico ou instituto da “delação premiada”, já era utilizado por diversos países antes de chegar ao Brasil, como; Itália, Estados Unidos da América, Alemanha. Foi recepcionada pela primeira vez no Direito Penal brasileiro na Lei 8.072/90 (Lei dos crimes hediondos), na expectativa de conter o crime organizado e suprir a ineficiência estatal e de apresentar resultados práticos à sociedade.

O suspeito ou réu no processo, além da confissão de culpa é estimulado a lançar mão desse recurso de delação premiada, pois, como o próprio termo já o define, “premia” o delator ao citar nomes de terceiros envolvidos nos crimes, concedendo-lhe benefícios de abrandamento de sua pena.

Na Bíblia Sagrada, encontramos um princípio que se assemelha ao da delação premiada, pelo menos num aspecto; o da confissão de culpa. Trata-se de um recurso perfeito, não baseado na “coação” imposta de forma física ou moral, mas com base no convencimento e persuasão decorrentes da ação do Espírito Santo na vida do transgressor ou infrator. Veja o princípio bíblico: O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia (Pv 28.13).

Na delação premiada, o réu é beneficiado ao entregar terceiros envolvidos nos crimes. Na confissão bíblica, o infrator ou pecador tem a garantia do perdão de Deus com base em sua misericórdia, desde que tal confissão seja sincera, como fruto de um coração quebrantado e arrependido. E só quem pode avaliar e medir o grau de autenticidade e de verdade dessa confissão é o próprio Deus. Há casos em que a infração ou pecado cometido, dependendo de sua gravidade, por se tornar público, o infrator ou pecador, ainda que confesse a Deus o mal praticado a ponto de dele receber o perdão gracioso e misericordioso, não fica isento de sofrer disciplina corretiva pela igreja, onde seja membro comungante, visando seu próprio bem e o bem do rebanho de Cristo.

Exercite o eficaz recurso da confissão espontânea, livre-se de qualquer sentimento de culpa e alcance a benevolência do Rei Jesus, pois: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça (I Jo 1.9).

Faça como Davi: Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado (Sl 32.5) Amém.

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