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O grito silencioso dos que não nasceram

O aborto é a interrupção de uma vida, é assassinato e, assassinato com requinte de crueldade. Mata-se não um inimigo, mas o fruto do ventre

fonte: Guiame, Hernandes Dias Lopes

Atualizado: Quinta-feira, 8 Janeiro de 2015 as 8:47

Aborto
Aborto

O aborto é uma vergonhosa e dramática realidade em nossos dias. Milhões de seres humanos são sacrificados no sacrário do ventre materno. A vasta maioria deles, por razões torpes.

O útero materno é o berço da vida, o lugar mais sagrado, onde a vida se forma e se desenvolve. Ali, os membros do corpo surgem, crescem e amadurecem para o nascimento. O cérebro, com toda a sua complexidade, tem suas conexões. O coração pulsa, o sangue corre nas veias, os músculos se articulam.

Mesmo na fase mais primitiva desse processo, quando o óvulo fecundado não pode ser ainda visto a olho nu, a vida está lá com toda a sua potencialidade. O aborto, portanto, é a interrupção de uma vida, é assassinato e, assassinato com requinte de crueldade. Mata-se não um inimigo, mas o fruto do ventre.

Mata-se não alguém que pode defender-se, mas um ser indefeso, encurralado no ventre materno. Mata-se não por acidente, mas de forma intencional e deliberada.

Mata-se, sugando esse ser tenro como se fosse uma verruga indesejada; mata-se envenenando esse nascituro como se fosse uma erva daninha; mata-se esquartejando esse bebê ainda em formação, como se fosse o ser mais abominável da terra; mata-se um ser indefeso, que ao esperar afeto e cuidado, é surpreendido pela mais brutal violência.

O grito silencioso daqueles que foram mortos no cadafalso do ventre não pode ser ouvido na terra; mas esse grito ecoa nos ouvidos de Deus, lá no céu!


- Hernandes Dias Lopes

 

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