A guerra na Palestina e a paz no Brasil.

A guerra na Palestina e a paz no Brasil.

Fonte: Atualizado: sábado, 31 de maio de 2014 09:09

 

 

Hoje 28 de novembro 2012 deu-se inicio o Fórum Social Mundial Palestina Livre, que acontece entre 28 de novembro e 2 de dezembro em Porto Alegre.
Milhares de pessoas, de 36 países (inclusive Israel), começam hoje a debater ações internacionais com relação ao tema.
 
O QUE QUEREM OS PALESTINOS? 
 
Desde setembro de 2011, a Organização pela Libertação da Palestina (OLP), reconhecida internacionalmente como única e legítima representante do povo palestino, vem solicitando da ONU a admissão do Estado da Palestina como seu 194º membro pleno desta organização, tendo como fronteiras as linhas de 1967 e compreendendo a Faixa de Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental como Capital.
 
Para a maioria dos brasileiros é difícil entender todo este conflito por isso muitos discutem e brigam sem saber por que estão de fato brigando. Por isso é importante entender tudo desde o inicio e para isso recorremos à Wikipédia.
 
Em primeiro lugar devemos entender o que é Palestina.
 
Palestina
 
Área geográfica da Palestina, conforme definida pelo Império Bizantino, no final do século IV, com as fronteiras das dioceses da Palaestina Prima e Palaestina Secunda.
Palestina (em árabe: ??????, translit. Filas??n; em hebraico: ???????; em grego: Παλαιστ?νη, transl. Palaistin?, e em latim: Palæstina), é a denominação histórica dada pelo Império Romano a partir de um nome hebraico biblico, a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as atuais fronteiras ocidentais do Iraque e Árabia saudita, hoje compondo os territórios da Jordânia e Israel, além do sul do Libano e os territórios de Gaza e Cisjordânia.
 
O Nome palestino vem do nome filisteu.
 
A região era chamada de Palastu pelos assírios.
A palavra Palestina deriva do grego Philistia, nome dado pelos autores da Grécia Antiga a esta região, devido ao facto de em parte dela (entre a actual cidade de Tel Aviv e Gaza) se terem fixado no século XII a.C. os filisteus.
 
Os filisteus não eram semitas bem como não mentêm relações com os atuais palestinos e sua provável origem é creto-miceniana, uma das mais conhecidas (embora recorrentemente mencionadas) vagas dos chamados "Povos do Mar" que se estabeleceram em várias partes do litoral sul do mar Mediterrâneo, incluindo a área hoje conhecida como Faixa de Gaza. Segundo a tradição bíblica os filisteus seriam oriundos de Caphtor, termo associado à ilha de Creta. Este povo é igualmente referido nos escritos do Antigo Egipto com o nome de prst, por onde também passaram e foram repelidos.
 
No século II d.C., os romanos utilizaram o termo Syria Palaestina para se referirem à parte sul da província romana da Síria. O termo entraria posteriormente na língua árabe e é usado desde então para se referir a esta região.
 
A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel;
A outra a atual Jordânia e duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria de árabes palestinos, deveriam integrar um estado palestino a ser criado - de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas, o Reino Unido. Em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram conquistadas por Israel, após a Guerra dos Seis Dias. E posteriormente Gaza em 2005 foi entregue à Autoridade Palestina, já a Cisjordânia possui partes de territórios soberanos palestinos e parte de territórios com habitantes israelenses estabelecidos na conquista do território.
 
Há alguns anos, porções dispersas dessas duas áreas passaram a ser administrada pela Autoridade Palestina, mas, devido aos inúmeros ataques terroristas que Israel sofre, o país mantém o controle das fronteiras e construiu uma cerca fronteiriça de separação que, na prática, reduziu em 99% os ataques terroristas a alvos civis israelenses.
A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos de Gaza e Cisjordânia, é estimada em 4.000.000 de pessoas.
 
A evolução histórica
A Palestina, sendo um estreito trecho de favorável passagem entre a África e Ásia, foi palco de um grande número de conquistas, pelos mais variados povos, por se constituir num corredor natural para os antigos exércitos.
Um destes povos, o filisteu fixa-se junto à costa onde constroem pequenas cidades. Contemporânea a esta invasão é a chegada das tribos hebraicas, lideradas por Josué. A sua instalação no interior gerou guerras com os filisteus, que se recusam a aceitar a presença hebraica.
As tribos hebraicas decidem então unir-se para formar uma monarquia, cujo primeiro rei é Saul. O seu sucessor, David (início do I milénio a.C.) derrota finalmente os filisteus e fixa a capital do reino em Jerusalém. Durante o reinado do seu filho, Salomão, o reino vive um período de prosperidade, mas com a sua morte é dividido em duas partes: a norte, surgirá o reino de Israel (com capital em Samaria) e a sul, o reino de Judá (com capital em Jerusalém).
 
No século XIX (1850 em diante), judeus perseguidos nos territórios aonde estavam refugiados, começam a voltar para a região juntando-se aos judeus que já estabelecidos ali, dando surgimento a novas cidades como rishon letzion e no crescimento de comunidades com as de Mea Shearim. Ao mesmo tempo, fortes movimentos migratórios oriundos dos territórios sírios e de países árabes vizinhos, forçados pela escassez em seus territórios, também fizeram a população árabe local dar saltos populacionais.
 
Em 1923 a Grã-Bretanha divide a sua zona em dois distritos administrativos, separados pelo rio Jordão, sendo que os Judeus apenas seriam permitidos na zona costeira, a oeste do rio (cerca de 25% da parte britânica).
 Os árabes rejeitam a divisão, receando tornar-se uma minoria e incitados pelo crescente nacionalismo árabe no médio oriente, assim como apoiando-se no acordo pós 1ª Guerra Mundial.
 
A ONU determina um Estado Judeu e outro Estado Árabe.
 
A Grã-Bretanha entrega a resolução do problema às Nações Unidas em 1947. A Assembleia Geral das Nações Unidas determina a partilha da parte ocidental da Palestina (os 25% em disputa) entre um Estado Judeu e outro Estado Árabe baseado na concentração das populações, através da resolução 181. A 14 de Maio desse ano os israelitas declaram a constituição do estado de Israel,
 Árabes recusam a partilha determinada pela ONU. 
 
Os árabes que já haviam formado um estado em 75% do território (Jordânia) recusam esta partilha. Países árabes como Jordânia, Síria, Líbano, Arábia Saudita, Iraque e Iémen além do Egipto,conclamam os árabes locais a abandonarem o território para que declarassem guerra ao novo estado judeu e prometeriam que ao varre-los no mapa, entregariam todo o território nas mãos dos mesmos. Nos 19 meses seguintes, na chamada Guerra da Independência, Israel acabaria por perder cerca de 1% da sua população, mas sairia vencedora, formando juntamente com os árabes que se recusaram a abandonar o local, um país maior que o inicialmente proposto pelas Nações Unidas dois anos antes. 
 
Egipto e Jordânia ocupam o território restante.
 
Em 1967, Egipto, Jordânia e Síria juntamente com Líbano, Arábia Saudita e Iraque mobilizam os seus exércitos, com vista à destruição do estado Israelita. Naquela que ficaria conhecida como Guerra dos seis dias, Israel derrotou os seis exércitos em outras tantas frentes, ocupando a península do Sinai (Egipto), Colinas de Golã (Síria) e Cisjordânia (Jordânia), incluindo o total controlo sobre Jerusalém. Desde esse ano Israel adotou uma política destinada a promover a instalação de colonias civis israelenses, nos pedaços de terras desocupados e construindo as casas para os seus cidadãos. O presidente americano Jimmy Carter, em 1978, juntou o presidente egípcio (Anuar Sadat) e o primeiro-ministro israelita (Menachem Begin) em Camp David, a fim de estabelecer o primeiro tratado de paz de sempre entre israelenses e árabes. Foi aqui acordada a devolução da península do Sinai, retirando os colonias aí existentes, bem como o fim da agressão árabe ao estado de Israel e o restabelecimento de laços políticos e económicos.
 
No ano de 1982, Israel devolve a península do Sinai ao Egipto.
 
Plano da ONU para a partição da Palestina de 1947.
 
O aumento dos conflitos entre judeus, ingleses e árabes forçou a reunião da Assembleia Geral da ONU, realizada em 29 de Novembro de 1947, que deliberou a partição da região palestina em dois estados, um judeu e outro árabe, que deveriam formar uma união econômica e aduaneira.
Em 14 de Maio de 1948 David Ben-Gurion declara o nascimento do Estado de Israel, ao assinar a Declaração de Independência. A Liga Árabe recusa esta partilha, resolve não formar seu estado e ainda não reconhece o estado de Israel.
 
HOJE:
 
Neste dia 29 de novembro, haverá uma nova votação desse tema, da qual esperam ver aprovado. Cabe à ONU, com base no direito internacional e em suas próprias resoluções (em especial a 181, de 1947, que reconhece o Estado da Palestina), ratificar e admitir o Estado da Palestina como seu membro pleno. 
 
Com certeza os árabes tem o direito a ter um estado mas não tem o direito de destruir o estado Judeu.
 
Em minha opinião o Brasil não está preparado e não deveria entrar nessa briga milenar. Politicamente falando, hoje se posicionar contra Israel significa  perder o apoio de 90 % de seus eleitores que são cristãos. Os cristãos entendem que amaldiçoar os Judeus é atrair a maldição de DEUS e ao abençoa-los serão abençoados. Somos um país cristão e vivemos em paz  com todas as raças e nações. 
 
JESUS É A SOLUÇÃO PARA O CONFLITO NA PALESTINA.
 
Todos nós acreditamos que quando JESUS voltar para governar a terra por mil anos, Ele abraçará o Árabe, Judeu, gentios derramando o amor de DEUS em seus corações e assim  a Guerra acabará haverá paz na terra  entre os homens de Boa vontade.
 
Como estamos próximos do natal, eu convidaria os envolvidos no conflito para fazer uma trégua e visitar seus parentes no Brasil. Vocês verão que aqui nesta terra onde Cristo reina nos nossos corações tanto judeu como árabe vivem em Paz.
 
OREMOS PELA PAZ NA PALESTINA E QUE ELES CONHEÇAM E RECEBAM JESUS EM SEUS CORAÇÕES, ASSIM SEREMOS TODOS IRMÃOS E VIVEREMOS EM PAZ.
 
Feliz natal amados irmãos judeus, árabes e palestinos.
 
por Joel Engel
www.joelengel.com.br 
@pastorjoelengel
 
 
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