Terrorista que matou cristã em Israel receberá salário do governo palestino

O terrorista Jamil Tamimi assassinou a estudante britânica Hannah Bladon em um metrô de Jerusalém. Agora ele irá receber um salário equivalente a US$1.000 da Autoridade Palestina.

fonte: Guiame, com informações do JNS.org

Atualizado: Quarta-feira, 26 Abril de 2017 as 9:59

Terrorista palestino Jamil Tamimi (à esquerda) e a estudante cristã assassinada Hannah Bladon (à direita). (Foto: Daily Signal)
Terrorista palestino Jamil Tamimi (à esquerda) e a estudante cristã assassinada Hannah Bladon (à direita). (Foto: Daily Signal)

Um terrorista palestino que assassinou uma estudante britânica em Jerusalém em meados de abril receberá um salário de aproximadamente US$ 1.000 por mês da Autoridade Palestina (PA).

O terrorista Jamil Tamimi, de 57 anos, assassinou a estudante britânica Hannah Bladon, de 21 anos, que estava em um metrô de Jerusalém. Sua passagem por Israel tinha como razão a festa cristã da Sexta-Feira Santa, de 14 de abril.

"De acordo com a lei da Autoridade Palestina, todos os que estão presos por 'resistir à ocupação' recebem um salário do governo", disse Itamar Marcus, fundador e diretor do jornal palestino 'Media Watch'.

"Na prática da Autoridade Palestina, 100 por cento dos homens-bomba, esfaqueadores, atiradores e homens que praticam atentados com caminhões foram incluídos nesta categoria e recebem salários do governo", acrescentou.

As autoridades israelenses disseram que Tamimi supostamente tem uma história de problemas de saúde mental e iniciou o ataque terrorista na esperança de que ele fosse morto pelas forças de segurança de Israel.

Após uma avaliação psiquiátrica, um tribunal israelense decidiu que Tamimi está apto a ser julgado e deve ser considerado um terrorista.

"Este é outro caso, entre muitos dos quais um palestino que está sofrendo de problemas pessoais, mentais ou morais, escolheu realizar um ataque terrorista para encontrar uma maneira de fugir de seus problemas", declarou agência de segurança israelense Shin Bet, ao comentar o ataque.

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