Cristãos malaios sofrem com a forte influência do islã

"Quem opta por deixar o islã, não é mais considerado um malaio e, basicamente, perde tudo", diz um cristão

fonte: guiame.com.br

Atualizado: Segunda-feira, 16 Junho de 2014 as 9:37

MalásiaNa Malásia, o povo malaio constitui pouco mais da metade da população e 99% são muçulmanos.

Daniel* deseja que seus compatriotas muçulmanos possam ouvir sobre Jesus e ele compartilha um pouco da situação dos cristãos malaios.

“De acordo com a nossa Constituição, ser malaio significa ser muçulmano. O islã nos afeta desde o nascimento até a morte. Quando você nasce muçulmano – de acordo com o nosso país – você deve morrer muçulmano. Você nunca poderá se converter a outra religião sem enfrentar as consequências e abrir mão dos seus direitos de ser um malaio. Então, quem opta por deixar o islã, não é mais considerado um malaio e, basicamente, perde tudo.

É quase como escolher tornar-se refugiado em seu próprio país. Você passa a ser tratado como escória. Se os pais descobrem que sua filha ou filho, ou cônjuges descobrem que seu marido ou esposa aceitaram a Cristo, eles têm a responsabilidade de dizer à liderança islâmica o que aconteceu. Isto é visto como um dos maiores pecados que um muçulmano malaio pode cometer. Assim que os malaios se tornam cristãos, eles estão automaticamente fora da sociedade.”

Mesmo estando no 40º lugar na Classificação da Perseguição Religiosa 2014, o cristianismo é a segunda maior corrente religiosa da Malásia.

No país, qualquer pessoa flagrada testemunhando e pregando a um muçulmano pode ser multada e presa por até dois anos.


com informações da Portas Abertas

 

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