Mais de 500 alemães se juntaram ao Estado Islâmico, segundo serviços secretos

“É uma triste vitória da propaganda islamita”, diz chefe dos serviços secretos

fonte: guiame.com.br

Atualizado: Segunda-feira, 24 Novembro de 2014 as 11:36

Estado Islâmico_aliadosUma estimativa dos serviços secretos alemães mostra que o número de combatentes de cidadãos do seu país aliados ao Estado Islâmico é de mais de 500.

Hans-Georg Maassen, chefe dos serviços secretos, demonstrou preocupação com o número, em entrevista ao jornal Welt am Sonntag. O número de alemães combatento na Síria e no Iraque aumentou mais nas últimas semanas.

A revelação faz da Alemanha um dos países europeus com mais combatentes junto do Estado Islâmico. A última contabilização apontava para 450, mas agora o contingente alemão atinge a dimensão do francês, do belga ou do britânico.

Outro número apontado pelos serviços secretos é o de alemães mortos nos combates, que é de 60. Desses, nove foram em atentados suicidas.

O movimento jihadista atrai, principalmente, os jovens. “É uma triste vitória da propaganda islamita”, lamentou Maassen.

A cautela agora é nas saídas de cidadãos alemães do país e no seu regresso, para que não representem ameaças à segurança nacional.

Uma estimativa mais conservadora foi apresentada pelo Centro Internacional para o Estudo da Radicalização e da Violência Política, que apontava para um máximo de 11 mil combatentes estrangeiros na Síria e no Iraque, recrutados entre o final de 2011 e Dezembro de 2013. Mais de 1900 seriam provenientes da Europa ocidental, com a França e o Reino Unido a encabeçarem a lista de países de origem.


com informações do publico.pt

 

 

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