Oito crianças são espancadas pelos próprios pais, após se converterem ao cristianismo

As crianças haviam se convertido após participar de um encontro com um pastor local, mas quando contaram aos pais sobre seu amor por Jesus, foram espancadas e rejeitadas pela família.

fonte: Guiame, com informações do Christian Post

Atualizado: Sexta-feira, 12 Agosto de 2016 as 3:40

Crianças de Uganda orando. (Foto: Compassion)
Crianças de Uganda orando. (Foto: Compassion)

Oito crianças (e adolescentes) de uma vila em Uganda foram agredidas e rejeitadas como "infiéis" por suas próprias famílias muçulmanas, depois de entregarem suas vidas a Jesus Cristo. Além disso, o pastor que os envangelizou está agora enfrentando ameaças de morte.

De acordo com a agência cristã 'Morning Star News', as crianças são de quatro famílias muçulmanas diferentes, que vivem na vila Busalamu, no distrito de Luuka, a sudoeste do país e na faixa etária de 9 a 16 anos de idade.

As crianças se converteram ao cristianismo após uma reunião com o Pastor Brian Mukisa, de 29 anos de idade, que lidera a Igreja 'Power Gates'.

Depois de contar aos seus pais sobre sua conversão ao evangelho e o amor recém-descoberto por Jesus Cristo, as crianças foram espancadas e proibidas de frequentar os cultos da igreja.

Segundo a 'Morning Star News', os pais atacaram a igreja com a ajuda de uma mesquita local.

As famílias incendiaram o templo da Power Gates (que é um imóvel alugado), no dia 25 de maio, forçando o pastor Mukisa a mudar sua congregação para um lar temporário a cerca de 10 quilômetros de distância de distância da localização anterior.

O site da 'Morning Star News' relatou que um dos muçulmanos enfurecidos até ameaçou matar Mukisa.

"Suas atividades da igreja não serão toleradas nesta área", teria dito o homem irritado. "Se você não deixar nossa aldeia, em seguida, iremos te matar em breve".

De acordo com Mukisa, as crianças, muitas das quais ainda estão se recuperando de lesões causadas pelas surras de seus pais, se refugiaram na igreja, no dia 29 de junho e agora estão sendo cuidadas pelos membros da congregação.

"Os pais as renegaram totalmente, acusando-as de serem 'infiéis", disse Mukisa à 'Morning Star News'. "Eles precisam de orações para conseguir lidar com a separação dos pais por causa de escolha por Cristo".

A igreja continua a enfrentar a ameaça de perseguição, destruição e morte, mas o pastor Mukisa afirmou que a perseguição é algo que deve ser esperado para os cristãos em Busalamu.

"Busalamu é um reduto muçulmano e qualquer presença ou ação da Igreja aqui vai enfrentar forte resistência", explicou. "Estamos nos reunindo em uma estrutura de igreja temporária e também apelamos para a assistência financeira, que possa auxiliar tanto as crianças pequenas perseguidas, como a nossa própria igreja, que é muito nova".

Uganda é já é conhecida pelo seu histórico de muçulmanos que perseguiram e assassinaram seus próprios familiares que se converteram ao cristianismo. Tudo isso para tentar "limpar a honra da família".

 

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