Pastor especialista em muçulmanos fala sobre a experiência fazer missões no Mundo Árabe

"Não há respostas simplistas quando nós pensamos no mundo muçulmano. Precisamos, de fato, nos aprofundar para realizarmos da maneira correta a missão que Deus quer que realizemos", frisa Marcos Amado

fonte: guiame.com.br

Atualizado: Quarta-feira, 29 Outubro de 2014 as 3:48

Marcos AmadoDurante o 7º Congresso Brasileiro de Missões, o canal UPTV gravou alguns programas 'Na Missão' com a participação de diversos nomes relevantes quando se fala de missão da Igreja.

Um dos entrevistados foi o Pastor Marcos Amado, que é missionário no Mundo Árabe e especialista no islamismo e universo muçulmano.

A primeira experiência do pastor com a família foi no Marrocos. "Para a nossa grande surpresa, fomos muito bem acolhidos pelos muçulmanos", disse ele, explicando que por cerca de seis meses eles moraram dentro das casas de famílias muçulmanas como parte do treinamento cultural.

Na entrevista, o pastor explica que árabe não é sinônimo de muçulmano e muçulmano não é sinônimo de árabe.

"Temos um trabalho muito grande a desenvolver. A Igreja brasileira precisa ter uma compreensão melhor do que é o mundo muçulmano", afirma o pastor, ao falar dos desafios de chegar ao povo muçulmano.

Marcos Amado também falou sobre o Estado Islâmico. Explicou que o grupo nasceu a partir de um desentendimento entre líderes do Al-Qaeda, então formou-se o ISIS, ganhou força e passou a chamar-se Estado Islâmico. "O problema é nós acharmos que por existirem esses grupos terroristas, todos os muçulmanos são terroristas", frisou o pastor.

Sobre alguma negociação com o Estado Islâmico, o pastor pondera que diálogo só existe com quem quer dialogar, que não é o caso do grupo terrorista.

"Não há respostas simplistas quando nós pensamos no mundo muçulmano. Precisamos, de fato, nos aprofundar para realizarmos da maneira correta a missão que Deus quer que realizemos."

Confira a entrevista completa no vídeo abaixo.


GUIAME.COM.BR

veja também