Pastor Saeed Abedini escreve carta na prisão e afirma que tem clamado por avivamento nos EUA

O pastor observou em uma carta que o seu aniversário este ano cai junto ao Dia Nacional de Oração nos Estados Unidos e convocou a todos os norte-americanos a se juntarem a ele nesta corrente de oração pelo país.

fonte: Guiame, com informações do Christian Post

Atualizado: Segunda-feira, 4 Maio de 2015 as 7

Saeed Abedini está preso no Irã há mais de dois anos e meio. Sua prisão foi motivada pela perseguição religiosa, frequente naquele país.
Saeed Abedini está preso no Irã há mais de dois anos e meio. Sua prisão foi motivada pela perseguição religiosa, frequente naquele país.

O Pastor Saeed Abedini, um cidadão norte-americano preso há mais de dois anos e meio em no Irã em razão de sua fé cristã, está prestes a completar o seu 35º aniversário na próxima quinta-feira (7) e escreveu da prisão, exortando os cristãos a orarem pelo reavivamento dos Estados Unidos. O pastor observou em uma carta que o seu aniversário este ano cai junto ao Dia Nacional de Oração nos Estados Unidos.

"Como um americano e como um prisioneiro de Cristo, passei muitas horas orando e clamando a Deus pelo reavivamento desta grande nação. Nós todos temos a esperança no sucesso da nossa nação e que a América seja abençoada, mas sem avivamento ali não pode haver verdadeiro sucesso ou bênção. Como Esdras clamou a Deus em arrependimento e os israelitas se juntaram a ele, chorando amargamente e se arrependendo de seus pecados, eu gostaria de pedir-lhes para se juntarem a mim em arrependimento e orando por reavivamento", disse Abedini em sua carta.

O Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ), que representa a esposa de Abedini, Naghmeh, e os dois filhos do casal em Boise, Idaho, disse que a carta foi obtida a partir de um membro da família no Irã, que visitou o pastor na prisão na semana passada.

O ACLJ tem se empenhado em uma campanha pela libertação de Abedini e outros três cidadãos americanos presos no Irã, mas tem criticado o governo do presidente Barack Obama por abandonar os americanos, ao manter as negociações de um acordo nuclear com o Irã.

Depois que o Secretário de Imprensa da Casa Branca, Josh Earnest revelou na semana passada que Obama iria vetar qualquer projeto de lei que exigisse do Irã a libertação os prisioneiros antes do acordo nuclear ser finalizado, a ACLJ chamou a admissão de "desprezível" e "ultrajante".

"Isso é simplesmente inacreditável. Recusar-se a discutir os norte-americanos mantidos como reféns pelo Irã à mesa de negociações e rejeitando qualquer tentativa do Congresso para fazer qualquer acordo com o Irã, que poderia depender da libertação dos americanos é inaceitável. É francamente terrível", escreveu a organização na última quinta-feira.

Obama já havia prometido fazer tudo o que puder para ver Abedini liberado.

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