Policiais invadem culto e prendem membros da igreja, na China

O local foi invadido por dezenas de policiais e oficiais do Departamento de Assuntos Religiosos. Eles alegavam que o culto era uma atividade religiosa ilegal.

fonte: Guiame, com informações de China Aid

Atualizado: Terça-feira, 5 Abril de 2016 as 3:31

Este foi último ataque à liberdade religiosa registrado em uma série ações contra a igreja em toda a região. (Foto: Julio Severo)
Este foi último ataque à liberdade religiosa registrado em uma série ações contra a igreja em toda a região. (Foto: Julio Severo)

Dois membros de uma igreja em Changji, cidade situada no centro de Xinjiang, foram detidos por autoridades chinesas durante uma invasão ao culto, no dia 9 de março. A informação foi divulgada pela organização China Aid, nesta segunda-feira (4).

Cerca de 40 pessoas participavam da reunião, incluindo pastores e visitantes de outras províncias. Este foi último ataque à liberdade religiosa registrado em uma série ações contra a igreja em toda a região.

Segundo relatos de um dos fiéis, o local foi invadido por dezenas de policiais e oficiais do Departamento de Assuntos Religiosos. Eles alegavam que o procedimento era uma atividade religiosa ilegal, apresentando os cartões de identificação dos participantes.

Alguns dos participantes foram levados pelas autoridades para realizar um interrogatório que durou muitas horas. Dois dos fiéis foram presos: o diácono Wang Lu e uma mulher que ajudava a transportar pessoas para os cultos.

Oficiais de segurança pública não se pronunciaram sobre as detenções. De acordo com a China Aid, são frequentes as detenções e invasões de igrejas domésticas em Xinjiang.

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