Com ajuda da internet, Igreja da Escócia pretende alcançar 100 mil novos membros até 2025

Segundo o Reverendo John Chalmers, a Igreja precisa atualizar o seu sistema de adesão de membros e estar mais contextualizada com relação às novas tecnologias.

fonte: guiame.com.br

Atualizado: Terça-feira, 9 Dezembro de 2014 as 5:20

Com ajuda da internet, Igreja da Escócia pretende alcançar 100 mil novos membros até 2025 A Igreja da Escócia estima conseguir 100 mil novos membros até o ano 2025, de acordo com o moderador de sua Assembleia Geral, Reverendo John Chalmers. Segundo ele, a internet pode ser um produtivo campo de trabalho e ação ministerial para a denominação.

Escrevendo em uma mensagem de ano novo a ser publicado na revista "Church's Life and Work" ("Vida e Obra da Igreja), Chalmers defende que a adesão / membresia deve ser redefinida para se tornar mais representativa e contextualizada com relação à situação real das igrejas.

Ele diz: "Eu estou farto de ver a Igreja da Escócia nas publicações de estatísticas anuais, que destacam um declínio no número de membros, quando a verdade sobre o número de pessoas que pertencem a nossas comunidades de fé é muito diferente disso. Eu quero, portanto, abrir o Ano Novo (2015) com um desafio muito sério para a Igreja da Escócia".

Ele argumenta que a Igreja precisa "redefinir a adesão de uma forma que permita incluir mulheres e homens, jovens e velhos que não se encaixam no modelo pós-Segunda Guerra Mundial de adesão, com a qual esttão familiarizados".

Chalmers continua: "Eu estou procurando uma maneira de incluir as muitas centenas de pessoas que estão totalmente engajados no trabalho prático e projetos que nossas igrejas estão fazendo em toda a Escócia, mas cuja membresia à comunidade de fé não é necessariamente complementada pela frequência regular nos cultos de domingo".

Ele diz que o discipulado "precisa ser tornada possível, usando os computadores, tablets e smartphones, que são agora quase uma extensão de nós mesmos" e propôs "uma conversa sobre como essas ferramentas tão comuns atualmente podem ser usadas para promover a inclusão daqueles que podem muito bem se converterem à fé cristã".

No entanto, a iniciativa foi criticada pelo moderador da Igreja Livre da Escócia, Rev. David Robertson. Ele disse que o número de membros efetivos é ainda menor que os 400.000 geralmente citados.

"Há muitos casos em que uma igreja registra adesão de 1000 pessoas, mas apenas 100 assistem aos cultos de fato", disse ele.

Com informações do Christian Today

*Tradução por João Neto - www.guiame.com.br 

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