Escola impede ações de grupo estudantil contra aborto nos EUA

Escola impede ações de grupo estudantil contra aborto nos EUA

Atualizado: Terça-feira, 11 Março de 2014 as 2

Escola impede ações de grupo estudantil contra aborto nos EUAA adrministração da instituição de ensino médio em Branford (Connecticut - EUA) tem proibido ações do grupo estudantil "Students for Life of Branford" ("Estudantes pró-vida [contra o aborto] de Branford") de distribuir materiais informativos na hora do almoço. 
 
Lee Panagoulias - diretor da escola - e outros administradores da instituição de ensino disseram a seis integrantes do grupo estudantil que elas não foram autorizadas usarem de estratégias como exibir um feto em seu stand de informações, distribuir literatura sobre o assunto ou convidar outras pessoas para participar para participar da organização. A autorização estaria restrita aos horários pós-aulas.
 
Porém o grupo alega injustiça e arbitrariedade por parte da diretoria da escola, pois outros grupos semelhantes estariam autorizados a praticar tais ações em suas respectivas escolas.
 
A "Aliança pela Defesa da Liberdade" - um grupo cristão legalizado nos EUA - enviou uma carta oficial à escola de Branford, solicitando que retire as sanções ao grupo estudantil e instituiu um prazo para a resposta, que expira nesta quarta-feira, 12/03.
 
"Eu espero que a escola de Branford respeite os seus estudantes, e não imponha uma barreiras para o acesso igualitário do corpo discente a informações essenciais sobre a vida. Tenho orgulho de estar na linha de frente, ao lado de abolicionistas do aborto em escolas e faculdades, em todo o país para proteger os nossos direitos e promovendo um impacto duradouro sobre os nossos campi", diz Sam Bailey, presidente e fundador da grupo estudantil local. 
 
A presidente do "Students for Life of America" ("Estudantes pró-vida da América") disse que espera que a escola se torne mais solidária com o clube, demonstrando mais consciência e desfazendo a ideia de que as suas políticas constituem discriminação em relação a pontos de vista.
 
" Não podemos ficar de braços cruzados, enquanto nossos alunos pró-vida têm seus direitos constitucionais negados e são intimidados pelos administradores de suas escolas", disse ela .
 
Michael Krause, presidente do Conselho de Educação local , expressou seu apoio ao grupo.
 
"Eles não devem ser discriminados. Enquanto todos os procedimentos estão sendo seguidos de como nós tratamos os nossos clubes, eles devem ser tratados como qualquer outro clube", afirmou.
 
Com informações do Christian Post
 
Tradução por João Neto

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