Esfaqueamentos matam pessoas em Israel no 'Dia de Fúria' palestina

As principais facções palestinas declararam um "Dia de Fúria" nesta terça-feira em toda a Cisjordânia, Gaza e na parte oriental de Jerusalém, em Israel.

fonte: Guiame, com informações de Christian Today e UOL

Atualizado: Terça-feira, 13 Outubro de 2015 as 10:14

Forças de segurança israelenses conversam ao lado de corpo após ataque a tiros contra um ônibus próximo ao bairro palestino de Jabal Mukaber, em Jerusalém Oriental. (Foto: Thomas Coex/AFP)
Forças de segurança israelenses conversam ao lado de corpo após ataque a tiros contra um ônibus próximo ao bairro palestino de Jabal Mukaber, em Jerusalém Oriental. (Foto: Thomas Coex/AFP)

As principais facções palestinas declararam um "Dia de Fúria" nesta terça-feira (13) em toda a Cisjordânia, Gaza e na parte oriental de Jerusalém, em Israel.

Dois homens armados abriram fogo contra um ônibus em Jerusalém, deixando dezesseis pessoas feridas, oito delas em estado grave. Os criminosos foram baleados pela polícia e um deles morreu.

Em Tel Aviv, um palestino esfaqueou um israelense em um ponto de ônibus. Em seguida, e;e foi espancado por pessoas no local e ficou seriamente ferido.

Mais tarde, uma mulher israelense foi esfaqueada e ferida em um ataque em Ra'anana. O atacante foi detido.

Até agora, seis israelenses morreram nos ataques que aconteceram durante duas semanas de protestos violentos pelo aumento da presença de judeus no Monte do Templo, em Jerusalém — vista pelos palestinos como provocação.

Separação

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu por um encontro do gabinete de Segurança para discutir novos planos operacionais.

Autoridades disseram que o ministro da Segurança Pública de Israel estava considerando isolar as regiões palestinas em Jerusalém Oriental, lar de muitos dos agressores das semanas recentes, do resto da cidade.

Diferentemente do que acontece na Cisjordânia, palestinos em Jerusalém Oriental podem viajar em Israel sem restrições. Israel anexou Jerusalém Oriente após uma guerra em 1967, em uma ação que não foi reconhecida internacionalmente.

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