"Hollywood estará fora do mercado se não for mais flexível", diz ator de 'Deus Não Está Morto'

Kevin Sorbo atuou no filme "Deus Não Está Morto" ("God's Not Dead"), no qual interpreta um professor ateu que desafia um estudante cristão (Shane Harper) a provar a existência de Deus durante o curso acadêmico. O filme será lançado no Brasil nesta quinta-feira, 21/08.

fonte: Guiame

Atualizado: Terça-feira, 19 Agosto de 2014 as 4:27

"Hollywood estará fora do mercado se não for mais flexível", diz ator de 'Deus Não Está Morto' Nas últimas duas décadas, provavelmente - influenciada por indivíduos anti-religiosas dentro de Hollywood e pela pressão de grupos ativistas - a indústria do entretenimento tornou-se extremamente irredutível sobre qualquer coisa que faça referência a Deus, e sobretudo ao cristianismo de uma forma positiva.

Recentemente, o ator Kevin Sorbo (que já atuou nas séries "Andromeda" e "Hercules") criticou esta postura da parte de Hollywood e disse que é preciso acordar para a necessidade do público.

"Hollywood tem a sua agenda e isso é bom, mas acordem, este é o chamado show business. Por que não 'entram na onda' e começam a fazer algum produto que as pessoas querem ver e não apenas algo que serve à sua própria agenda?", questionou.

Kevin atuou no filme independente "Deus Não Está Morto" ("God's Not Dead"), no qual interpreta um professor ateu que desafia um estudante cristão (Shane Harper) a provar a existência de Deus durante o curso acadêmico. Lançado nos cinemas norte-americanos em 21 de março pela "Pure Flix Entertainment", o filme estará nas telonas brasileiras a partir da próxima quinta-feira, 21/08.

À primeira vista o filme seria subestimado pelos grandes produtores de Hollywood, mas até o momento, o longa já rendeu 62 milhões de dólares, em todo o mundo. O resultado surpreende ainda mais quando se considera que foram gastos 2 milhões de dólares em sua produção.

Outro bom exemplo de agradável surpresa em Hollywood é o Filme "O Céu É de Verdade" ("Heaven Is For Real"), que já rendeu 100 milhões de dólares no total - sendo que foram gastos 12 milhões de dólares em sua produção.

Além disto, já no ano de 2004, o sucesso do filme "A Paixão de Cristo", produzido por Mel Gibson (e anteriormente rejeitado por Hollywood) já começava a provar a demanda do público por filmes que falem sobre a mensagem bíblica.

Kevin Sorbo afirmou que vê atualmente na indústria cinematográfica, um "ponto de inflexão", no qual o cinema está perdendo sua função.

"Eu penso que nós estamos chegando a um ponto de inflexão. Eu pensei, anos atrás, que chegaríamos a um ponto em que a maioria das pessoas neste país se levantariam e diriam: 'Chega. Isso é ridículo'. Porque, se pararmos de ir aos cinemas, que são uma porcaria, se pararmos de assistir aos programas de televisão que promovem os valores que eles querem que seus filhos cresçam adquirindo, Hollywood vai sair do negócio", alertou.

Com informações de BreitBart

*Tradução por João Neto - www.guiame.com.br 

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