“A igreja de Deus está acima das crises”, diz Vanderlei Marins, presidente da CBB

Diante do cenário de crises no Brasil, o presidente da Convenção Batista Brasileira é enfático: “A igreja de Deus está acima das crises, porque a igreja depende exclusivamente do Senhor”.

fonte: Guiame, Luana Novaes

Atualizado: Quarta-feira, 27 Abril de 2016 as 4

Vanderlei Marins, presidente da Convenção Batista Brasileira. (Foto: Guiame/ Marcos Paulo Corrêa)
Vanderlei Marins, presidente da Convenção Batista Brasileira. (Foto: Guiame/ Marcos Paulo Corrêa)

Chegando próximo ao centenário, a assembleia da Convenção Batista Brasileira (CBB) foi marcada em 2016 pela sua 96ª edição na cidade de Santos, no litoral de São Paulo. No entanto, o legado deixado pela organização é um pouco mais antigo no Brasil.

A Convenção Batista Brasileira foi iniciada em 1907 em Salvador, capital da Bahia. No mesmo momento se iniciaram também duas juntas missionárias da igreja, com a finalidade de evangelizar o Brasil e o mundo.

Desde então, diversos pastores tem cumprido a honrosa tarefa de presidir a CBB. Atualmente, Vanderlei Marins ocupa a função, contribuindo para o desenvolvimento da missão da Igreja Batista.

“Eu, como atual presidente, tenho dado de mim para que o trabalho possa planejar-se e também para que o trabalho possa avançar, visando oferecer subsídios às futuras gerações”, disse ele em entrevista ao Guiame.

Diante do cenário de crises no Brasil, Marins é enfático: “A igreja de Deus está acima das crises, porque a igreja depende exclusivamente do Senhor”, afirma o pastor.

“Obviamente, como povo de Deus, precisamos orar, porque a crise traz desconfortos e dificuldades. Mas nós entendemos que quando existe fé e quando se empreende para o Reino de Deus, os recursos vem de Deus — por isso é que a igreja está acima das crises e de todas as coisas”, explica.

Marins também frisa que uma igreja ‘transformada pelo poder do reino de Deus’, tema da atual edição da CBB, precisa cultivar suas virtudes espirituais, que em relacionamentos saudáveis.

“Obviamente se eu me relaciono bem, se eu tenho uma vida digna do Evangelho de Cristo, e se eu desenvolvo virtudes espirituais, a minha influência será necessária e abençoadora àqueles que convivem comigo; abençoadora para os que me cercam e para a sociedade, como um todo”, explica Marins.

Confira a entrevista completa:

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