Jornalistas condenados por revelar crimes em clínica de aborto são absolvidos, nos EUA

A rede de clínicas "Planned Parenthood" já fez milhares de vítimas - entre mães e bebês -, como no caso da cristã Gianna Jensen que declarou: "Eu sou uma vencedora em Cristo".

fonte: Guiame, com informações do site Christian Headlines

Atualizado: Quarta-feira, 27 Julho de 2016 as 1:12

Em junho, um juiz determinou que eles não eram culpados de tentar comprar partes do corpo do feto. (Foto: Reprodução).
Em junho, um juiz determinou que eles não eram culpados de tentar comprar partes do corpo do feto. (Foto: Reprodução).

Os jornalistas disfarçados David Daleiden e Sandra Merritt, que são responsáveis pelos vídeos que provam a venda de tecido fetal pela Planned Parenthood, foram absolvidos de todas as acusações. Entre elas, a de contravenção - infração penal considerada como "crime menor".

Em junho, um juiz determinou que eles não eram culpados de tentar comprar partes do corpo do feto, após eles fingiram ser funcionários de uma empresa fictícia que procurava corpos de bebês em gestação para a experimentação. O objetivo era expor a Planned Parenthood sobre a suposta venda de partes do corpo do feto.

Agora, de acordo com o site LifeSiteNews.com, Daleiden e Merritt foram absolvidos das acusações criminais contra eles, que incluiu o uso de uma identidade falsa para obter acesso a uma clínica de aborto.

Daleiden, que é o fundador do Center for Medical Progress - organização que patrocinou suas atividades como jornalistas disfarçados -, divulgou esta declaração depois de receber a notícia de sua absolvição:

"A Planned Parenthood tentou conspirar com autoridades públicas com o objetivo de manipular o processo legal para seu próprio benefício, e eles falharam. Um ano após o lançamento dos vídeos secretos, a investigação nacional em curso da Planned Parenthood pela “House Select Investigative Panel“, deixa claro que a Planned Parenthood é culpada na colheita e tráfico de partes do corpo de bebés para o lucro".

Daleiden chamou a destituição das acusações contra ele e Merritt de "uma demonstração contundente da Primeira Emenda dos direitos de todos os cidadãos jornalistas, e também uma clara advertência a qualquer um dos camaradas políticos da Planned Parenthood, que iria atacar os denunciantes para proteger a si mesma". Se condenado, Daleiden e Merritt poderia ter enfrentado até 20 anos de prisão.

O momento que mudou a vida de Jessen foi quando ela entregou sua vida a Cristo. (Foto: Reprodução).

Sobrevivente de um aborto

Gianna Jessen é uma jovem vitoriosa que conseguiu sobreviver à uma tentativa frustrada de sua mãe, que usou de um procedimento agressivo para abortá-la por meio da Planned Parenthood. Apesar disso, a moça não escapou ilesa, foi diagnosticada com paralisia cerebral e hoje é uma principais vozes contra o aborto no mundo.

Ela também é uma ativista dos direitos das pessoas com necessidades especiais e inspirou a história do filme de 2011 "October Baby". Gianna declarou que não teria conseguido sobreviver ao aborto que a 'queimaria viva' por 18 horas dentro do útero de sua mãe, se não fosse "pela glória e pela graça de seu salvador, Jesus Cristo".

Pratica Abominável

Para o cientista cristão, Ken Ham, o aborto é uma "prática abominável". Ele chamou o procedimento de "assassinato", salientando que Deus pronunciou a pena de morte para aqueles que matassem outro ser humano no Antigo Testamento.

"Chamar o aborto de 'saúde' ou algum outro nome 'revestido de açúcar' não muda o fato de que é o extermínio de uma vida inocente", escreveu o presidente e CEO do projeto "Respostas em Genesis" no seu blog oficial na última segunda-feira (22), referindo-se a Willie Parker, um militante pró-aborto de Chicago, que se diz 'cristão', acompanha abortos nos Estados de Alabama, Mississippi e Georgia, e acredita ser um "bom samaritano" por isso.

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