Mais de 300 cristãos são massacrados no Sudão do Sul

Depois do cessar-fogo e os ataques em seguida, muitas pessoas fugiram para as igrejas, que servem como um dos poucos lugares de refúgio em meio à guerra civil.

fonte: Guiame, com informações do Christian Headlines

Atualizado: Quinta-feira, 14 Julho de 2016 as 9:29

Os grupos humanitários estão trabalhando para obter ajuda às vítimas da forte violência. (Foto: Reprodução).
Os grupos humanitários estão trabalhando para obter ajuda às vítimas da forte violência. (Foto: Reprodução).

Segundo informações do site americano “The Christian Post”, centenas de cristãos foram massacrados de várias formas brutais, incluindo a serem queimados vivos, sufocados, alvejados a tiros e até enforcados no Sul do Sudão. Mesmo as crianças e os deficientes não ficaram isentos da violência, que também incluiu ocorrências de estupro.

"Foi um massacre, embora o número de vítimas ainda seja desconhecido", informaram fontes da igreja da área para a agência de notícias “Fides News Agency”.

"A questão humanitária é a mais urgente, desde o básico, como a falta de água potável. Milhares de pessoas se refugiaram em igrejas e muito precisa ser feito para oferecer a eles uma melhor assistência, apesar das milhares dificuldades. A Cruz Vermelha Internacional conseguiu enviar suas equipes nos dois principais hospitais", comunicou.

Refúgio

Muitas pessoas fugiram para as igrejas, que servem como um dos poucos lugares de refúgio em meio à guerra civil. Os grupos humanitários estão trabalhando para obter ajuda às vítimas da forte violência. A estimativa oficial dos mortos ainda não foi lançada, mas sabe-se que pelo menos 300 pessoas perderam suas vidas.

De acordo com Zeid Ra'ad Al Hussein, comissário dos Direitos Humanos, "Os tipos de violência sexual, principalmente por parte das forças do governo e milícias afiliadas, são descritos como devastante, como é a atitude quase casual, mas calculada, daqueles abate civis, além da destruição de bens e meios de subsistência". O Departamento de Estado dos Estados Unidos advertiu a seus cidadãos para não viajar para o sul do Sudão.

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