Município paranaense aprova lei contra ideologia de gênero nas escolas

Um dos materiais que seriam proibidos com a aprovação desta lei, é a cartilha conhecida como "Kit Gay" - um projeto do MEC, que já foi barrado uma vez com mobilização da bancada evangélica.

fonte: guiame.com.br

Atualizado: Segunda-feira, 8 Dezembro de 2014 as 4:34

Município paranaense aprova lei contra ideologia de gênero nas escolasO município de Santa Cruz do Monte Castelo (PR) pode ser o primeiro a oficializar seu posicionamento contra o ensino da Ideologia de Gênero nas escolas. O Projeto de Lei Complementar nº 2/14, do Vereador Armando Meira Garcia, já foi aprovado na Câmara dos Vereadores, porém ainda aguarda sanção do prefeito da cidade.

O movimento busca defender os direitos da Família contra intervenções de secretarias municipais, estaduais ou até mesmo do Ministério da Educação, impedindo que estes venham a sugerir a inclusão do ensino da ideologia de gênero ou política (socialismo, comunismo, bolivarianismo, contam os envolvidos) na grade curricular das escolas.

O processo de posicionamentos contra as ideologias de gênero e política teve início no Rio de Janeiro, com um Projeto de Lei (2974/14), elaborado pelo deputado Flávio Bolsonaro - filho de Jair Bolsonaro. Caso aprovada, a lei proíbe a ideologização em materiais didáticos.

Um dos materiais que seriam proibidos com a aprovação desta lei, é a cartilha conhecida como "Kit Gay" - um projeto do MEC, que já foi barrado uma vez com mobilização da bancada evangélica.

Avanço
Atuante em favor dos direitos da família nas mídias sociais e também em programas de televisão, a psicóloga cristã Marisa Lobo comentou a decisão da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Monte Castelo e afirmou que isto significa "um grande avanço".

"É um grande avanço, pois temos lutado contra essa ideologia de gênero, essa doutrinação socialista e comunista que está, de forma compulsória dentro das escolas", disse.

Paranaense, atualmente morando em Curitiba, Marisa também afirmou que se orgulha de seus conterrâneos.

"Fico feliz por saber que uma cidade do interior do meu estado teve a coragem de se posicionar de forma correta e não apenas no grito. Isto abriu jurisprudência. Agora esperamos que todos os municípios se movimentem e lutem por este projeto", alertou.

Com informações da UOL / www.guiame.com.br 

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