Natal: Mais que apenas uma festa, uma experiência

Seja como for, esqueça o que está em você como anti-vida, como disposição cultural, tradicional, religiosa, emocional, enfim e disponha-se a buscar o que de melhor esse tempo nos propõe como memorial.

fonte: Guiame, Bruno Brandão

Atualizado: Quarta-feira, 23 Dezembro de 2015 as 4:20

Apesar do hino "Noite Feliz" de J. Mohr e F. Gruber (1818) embalarem como adereço as festividades natalinas desde então, sabemos muito bem que a noite de Natal não é ou tem sido feliz pra muita gente. Por que será?

Talvez pelo cansaço da hipocrisia do momento / evento que travestido de cores, luzes, guloseimas e presentes, camufla a dura realidade dos desencontros, das mentiras entre os pares e família, dos ódios até, instalados em muitos corações e relações; talvez pela própria dificuldade ou impotência do entristecido em viver esse tempo com a abastância "necessária" ou requerida pelo sistema opressor de consumo; talvez pela própria dureza de coração que demandado pelo espírito fraterno e solidário próprio desta época, recusa promover as pontes e os recomeços de possíveis reconciliações; talvez por algum trauma do passado vivido justamente neste época e que eclode como lembrança funesta amargando o coração; talvez...

Seja como for, esqueça o que está em você como anti-vida, como disposição cultural, tradicional, religiosa, emocional, enfim e disponha-se a buscar o que de melhor esse tempo nos propõe como memorial: A verdade inequívoca de que o Deus Emanuel, vindo ao mundo, reconciliaria os homens consigo mesmo (2 Co 5) a começar de você.

Libere-se em perdão e liberte-se de todo e qualquer tipo de amarra que lhe detém. E faça isso na certeza de que Ele, a despeito de quem quer que seja, lhe vê com bons olhos e toda a esperança possível.

E se assim é, creia que como experiência existencial e não uma festa, uma data, um evento, esta noite / dia pode ser a mais feliz e sem fim de sua vida. Feliz Natal!

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