Os enganos do islamismo

Esta análise não visa ascender qualquer discriminação à fé islâmica, pois creio que o amor ao próximo e a tolerância são princípios básicos da civilidade ensinados por DEUS.

fonte: Guiame

Atualizado: Quinta-feira, 14 Agosto de 2014 as 8:55

Os enganos do islamismoEngana-se quem ainda pensa que o islamismo é uma simples religião com algumas diferenças do judaísmo e o cristianismo. Não. O islamismo é um sistema satânico de poder que usa das ideias e plataforma do Islã para implantar-se pela violência e tirania. E assim é desde o princípio.

Esta análise não visa ascender qualquer discriminação à fé islâmica, pois creio que o amor ao próximo e a tolerância são princípios básicos da civilidade ensinados por DEUS.

Porém, quem conhece a história, sabe que o Profeta, como era chamado Maomé, em sua morte em 632 DC, deixou para trás um rastro de sangue, traições, incêndios e destruição, fazendo de seu legado o exemplo para a sociedade islâmica no decorrer dos séculos. Aonde o islã se instala, chega com ele, estes ingredientes.

Em pleno século XXI o mundo assiste perplexo a evolução dos fatos no Oriente Médio que mostram que a paz não é um objetivo para os islâmicos. No decorrer da história, sempre houve alguém querendo restaurar um califato, isto é uma liderança global dos fiéis islâmicos e para isso promoveu a guerra morte e anarquia, como está fazendo essa tal de ISIS, milícia que surgiu na Síria e agora estende-se no Iraque. Foi assim no passado com os fatímidas, sunitas, xiitas, abássidas e omíadas e depois com os otomanos turcos. Recentemente, o Talibã e Al Qaeda no Afeganistão mostraram sua face, e outros tantos oriundos de diferentes facções em outras localidades como na Palestina aonde o Hamas e Fatah mostram sua face, e ainda, temos o Hesbolah no Líbano, assim como também a Irmandade Muçulmana no Egito.

Todas estas facções, sonham em fazer de seu líder o Califa que novamente unirá o Islã, castigando os infiéis do ocidente. Mas, por trás de tudo isto está apenas o desejo de domínio e poder. A fé é apenas uma cortina de fumaça, orquestrada por líderes que veem no caos a oportunidade de um levante, como foi no caso de Osama Bin Laden.

Mas em tudo isso, o que se vê é sempre a escalada da violência. Primeiramente contra as mulheres. As próprias compatriotas, que em meio a estes movimentos, entram em regime de clausura, burcas, mutilações e humilhações de todos os tipos. Depois o alvo são os diferentes, aqueles que pertencem a outras facções islâmicas. Na sequência, depois que o poderio é consolidado, a fórmula é a mesma, sobra para as minorias étnicas e sem dúvida, o golpe final é contra os cristãos.

Nestes últimos dias o mundo assistiu inerte a expulsão de cerca de 200 mil cristãos depois de humilhados, roubados e extorquidos foram obrigados a sair de suas casas em Mossul, Erbil e cidades vizinhas sem destino, forçando os Estados Unidos a bombardear os revoltosos para impedir o avanço e ampliação das atrocidades.

Como cristãos, temos que vigiar em duas frentes. A primeira é em oração. Orar para que nossos irmãos sejam guardados por Deus nestes lugares de difícil acesso e ajuda. Orar pelos que sofrem nos campos de refugiados onde milhares de cristãos sírios foram expulsos da mesma forma, sem compaixão e também orar pelos muçulmanos para que conheçam o Deus de amor. A segunda é alertando o mundo livre, pois estes grupos se financiam com verbas enviadas de fora, principalmente das Américas e Europa. Mesmo no Brasil, temos um contingente de imigrantes de diversos países árabes que já foram notícia na grande mídia por seu envolvimento com esses movimentos. Em um país laico e livre como o Brasil, temos que ter o cuidado para que o islamismo não ganhe o espaço que tem ganho na Europa, pelo simples fato da Igreja não estar cumprindo o seu papel de levar a verdade e a paz e o amor aos corações. Infelizmente na fachada de qualquer muçulmano está a paz, mas por trás está a guerra, a Gihad que é a destruição dos infiéis. Não consegue negar sua história que, desde o princípio, o conduz por este caminho.

O fruto de tudo isso na sociedade islâmica é fácil de ver. Estagnação do desenvolvimento sócio cultural. Não existe pesquisa, a literatura é pobre, música e artes fracas. Apesar do povo ser capaz, esta capacidade não tem um ambiente propício para desenvolver-se. As meninas são subjugadas e os meninos crescem sem a perspectiva do amor verdadeiro, que faz deles um solo fértil para o ódio que conjugado à ausência de futuro, são facilmente arregimentados para todo o tipo de violência.

Devemos orar e vigiar pois sem Cristo, o quadro dificilmente mudará. Vamos amar e orar pelo mundo muçulmano.

Por Asaph Borba

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