Prisioneira cristã sofre com graves doenças, mas não recebe tratamento médico no Irã

Maryam Naghash foi presa em 2013 por trabalhar voluntariamente num orfanato. Hoje ela encontra-se definhando, sem qualquer cuidado médico.

fonte: Guiame, com informações do Christian Today

Atualizado: Quarta-feira, 29 Março de 2017 as 11:29

A cristã hoje tem problemas como doença cardíaca, osteoporose, artrite e doença do disco lombar. (Foto: Reprodução).
A cristã hoje tem problemas como doença cardíaca, osteoporose, artrite e doença do disco lombar. (Foto: Reprodução).

Maryam Naghash Zargaran é uma cristã convertida que ainda se encontra presa, no Irã. Ela está seriamente doente e necessita urgente de cuidados médicos. Sua saúde foi se deteriorando desde a semana passada e ela perdeu muito peso. As informações são da agência de notícias iraniana Mohabat.

Maryam, que sobreviveu a uma greve de fome no ano passado e agora também está sofrendo depressão e trauma, está detida na ala feminina da prisão de Evin, no Irã. Ela ainda está na prisão para compensar o tempo que lhe foi permitida ir para casa ou para o hospital para que ela pudesse ser tratada por suas condições médicas que são graves.

Maryam Naghash Zargaran está cumprindo uma pena de quatro anos na prisão de Evin por praticar sua fé cristã. No ano passado fontes disseram para o Ministério Portas Abertas que sua sentença tinha sido mudada para que ela passasse mais tempo detida. Eles também descreveram como a gravidade das condições dentro da prisão de Evin contribuíram para intensificar seus problemas de saúde.

Detenção e dificuldades

A cristã hoje tem problemas como doença cardíaca, osteoporose, artrite e doença do disco lombar. Maryam foi sentenciada a quatro anos de prisão depois que foi detida em janeiro de 2013 por estar em conexão com o trabalho de um orfanato que ela fez com Saeed Abedini, um ex-muçulmano americano convertido em 2000.

Abedini trabalhava como evangelista clandestino da igreja doméstica no Irã, mas também foi preso em Evin. Ele foi libertado em janeiro do ano passado e voltou para os Estados Unidos. A greve de fome de Maryam no ano passado durou 27 dias. Ela parou depois que foi dito que ela seria liberada, mas ainda parece haver pouco sinal disso.

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