Qualidade da pregação é o que mais atrai pessoas às igrejas, diz pesquisa

Cerca de 83% dos cristãos acreditam que a qualidade da pregação é o principal atrativo de uma igreja.

fonte: Guiame, com informações de CBN News

Atualizado: Segunda-feira, 29 Agosto de 2016 as 11:33

Pregação de Billy Graham, o evangelista que mais influenciou o mundo. (Foto: Billy Graham Evangelistic Association)
Pregação de Billy Graham, o evangelista que mais influenciou o mundo. (Foto: Billy Graham Evangelistic Association)

A pregação, a recepção, o estilo de adoração e a localização são os quatro fatores que mais importam para cristãos que estão à procura de uma nova igreja, segundo um estudo divulgado pela Pew Research.

Dentre as pessoas que procuram uma igreja, 83% acreditam que a qualidade da pregação é o principal atrativo de uma congregação. O número é ainda maior entre os pentecostais: 94% são atraídos pelo conteúdo do sermão.

Setenta e quatro por cento enxergam com importância o estilo de adoração da igreja, enquanto 79% desejam se sentir bem-vindos pelos líderes. Além disso, 70% das pessoas se atentam para a localização da igreja.

Dentre outros fatores de importância em uma igreja, os entrevistados apontaram os programas de educação infantil (56%), os novos amigos feitos na congregação (48%), as oportunidades de participar dos ministérios (42%) e outros fatores (29%).

O estudo também investigou o motivo pelo qual as pessoas mudam de igreja. Para 45% dos evangélicos, a mudança de endereço da antiga igreja é a principal razão de encontrar uma nova congregação.

Dentre outros motivos, estão as divergências com a igreja (15%), casamento ou divórcio (14%) e outras razões (23%).

A pesquisa também mostra que existem dois grupos de cristãos: aqueles que tiveram a ideia de mudar de denominação ao conhecer uma nova igreja (48%) e aqueles que já se identificavam com outra congregação (49%).

Pesquisadores também observaram que 51% dos cristãos frequentam cultos regularmente (de uma vez a duas vezes por mês). Vinte e sete por cento dos adultos vão mais à igreja agora do que quando eram mais jovens, enquanto 22% vão menos do que em outros momentos da vida.

veja também