Clínicas de aborto ‘desmontam’ bebês para contar seus membros, denuncia enfermeira

Marianne Anderson revelou as atrocidades que aconteciam na clínica de abortos onde trabalhava, nos Estados Unidos.

fonte: Guiame, com informações de Christian News

Atualizado: Quarta-feira, 15 Março de 2017 as 4:24

Bebês são desmembrados por médicos abortistas em clínicas de aborto. (Foto: Scott Olson/Getty Images)
Bebês são desmembrados por médicos abortistas em clínicas de aborto. (Foto: Scott Olson/Getty Images)

Uma ex-enfermeira que trabalhava na rede americana de clínicas de aborto Planned Parenthood revelou que durante seu tempo na instituição, ela viu bebês sendo desmembrados por médicos abortistas para garantir que todas as peças foram tiradas das mães.

Marianne Anderson trabalhou na unidade de Indiana por mais de dois anos. "Foi um trabalho muito triste. Você tinha que cumprir uma meta de abortos mensal para continuar trabalhando lá. Em nossas reuniões, eles nos diziam: 'Se os abortos forem perdidos, você poderá ser mandado para casa mais cedo'", disse ela.

A profissional revelou que os abortistas peneiravam os restos dos bebês abortados e reunia seus membros novamente. "Quando o procedimento de aborto era finalizado, o médico colocava os instrumentos sujos na pia e pegava o frasco com os produtos de concepção como eles chamavam os bebês. Eles despejavam tudo em uma peneira gigante, daquelas que a gente usa para peneirar farinha", ela lembra. "Com as mãos, ele verificava as peças para ter certeza de que todas estavam lá".


Marianne Anderson revela as atrocidades que aconteciam na clínica Planned Parenthood. (Foto: Reprodução) 

Marianne relata que um dos abortistas falava em voz alta enquanto separava as partes do corpo. "Eu nunca vou esquecer ele dizendo: 'E agora, onde está seu bracinho? Estou perdendo esse bracinho’", disse ela. Outro abortista fez algo semelhante, declarando: "Dá até para ver os pequenos vasos sanguíneos!"

A ex-enfermeira lembra que viveu situações difíceis de serem assistidas. "Houve momentos em que eu não conseguia, eu corria para o banheiro ou para o corredor apenas para sair de lá por um tempo". ela lembrou.

O vídeo dos relatos de Marianne foi publicado na última segunda-feira (6) e já tem mais de 8 mil visualizações. Hoje ela  trabalha num hospital da cidade de Indianópolis, onde atua para salvar vidas.

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