Homem que realizou mais de 1.200 abortos alerta sobre perigos do procedimento

Segundo o Dr. Anthony Levatino e o grupo pró-vida 'Live Action', grupos que apoiam e realizam abortos, como a Planned Parenthood, negligenciam os perigos que este procedimento pode trazer à saúde da mulher.

fonte: Guiame, com informações do Christian Post

Atualizado: Quinta-feira, 25 Fevereiro de 2016 as 9:13

O grupo pró-vida 'Live Action' lançou quatro vídeos na última quarta-feira (24), que apresentam um ex-abortista detalhando com ilustrações (desenhos), como os principais procedimentos de aborto prejudicam os corpos de bebês em gestação e também das mulheres.

Os vídeos apresentam o Dr. Anthony Levatino - um ginecologista-obstetra que realizou mais de 1.200 procedimentos de aborto e agora afirma estar arrependido do que fez - explicando em detalhes o processo dos quatro procedimentos de aborto mais comuns e o que eles realmente causam no corpo de um feto.

Os vídeos, que detalham os processos de dilatação e evacuação, abortos médicos, por aspiração (sucção), e os abortos de indução no terceiro trimestre, foram postados pelo 'Live Action' em um site recém-criado chamado de 'AbortionProcedures.can'.

"Você vê grupos pró-aborto que dizem que eles são os 'grupos pró-escolha', como Planned Parenthood, NARAL, que não querem falar diretamente sobre o que o aborto realmente é. Eles querem falar muito sobre a saúde das mulheres, mas não há uma conversa sobre o que realmente está envolvido no procedimento de aborto", diz a presidente do Live Action, Lila Rose, durante um webcast na noite de terça, apresentando os vídeos.

Sem dúvida, uma das formas mais terríveis de abortos é a dilatação e evacuação (Aborto D & E). Levatino indicou nos vídeos, que este procedimento geralmente ocorre durante o segundo trimestre.

O obstetra explicou que com um aborto D & E, o médico responsável pelo procedimento dilata primeiro o colo do útero da mãe, usando varetas planas esterilizadas (laminárias) por até 24 a 48 horas antes do procedimento ocorrer. Quando a mãe volta para a clínica de aborto, o médico dilata o colo do útero com mais dilatadores de metal e um espéculo.

Quando o colo do útero da mãe é dilatado o suficiente, o obstetra usa um catéter de sucção para drenar o líquido amniótico do útero da mãe. Depois que o líquido é drenado, o médico usa uma braçadeira sopher (um instrumento de agarrar com fileiras de "dentes" afiados) para puxar e arrancar os braços e pernas do corpo do bebê e para fora do útero da mãe. Em seguida, o grampo sopher é usado para coletar o corpo e os órgãos da criança. Após as pernas, braços e corpo serem removidos, o grampo sopher é usado para esmagar o crânio do bebê em pedaços de forma que ele pode ser removido do útero mais facilmente.

Depois de todas as partes do corpo do bebê terem sido removidas, a cureta é utilizada para raspar o útero e remover quaisquer restantes partes do feto e da placenta. Finalmente, os abortistas reagrupam as partes do corpo do bebê morto para se certificar de que não há qualquer órgão do feto deixado para trás.

O site aponta que há muitos riscos de saúde para a mãe que estão associados com o processo, devido à raspagem que está envolvida na limpez do útero. Os riscos para a saúde incluem lacerações, sangramento excessivo, hemorragia, lesão cervical, perfuração uterina e tecido cicatrizado. Segundo o site, uma em cada 25 mulheres que passam pelo procedimento sofrem infecções.

Tais riscos para a saúde poderia causam complicações em gestações futuras. Quando um aborto D & E é feito durante o segundo trimestre, aumenta o risco de a matriz não ser mais capaz de manter outra gestação.

Clique abaixo para conferir um desses quatro vídeos:

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