Iron Maiden se despede do Brasil com rituais pagãos e uma ode ao anticristo

Em um dado momento, o vocalista Bruce Dickson arrancou com as próprias mãos, o coração pulsante do famoso personagem que acompanha a banda e o jogou ensanguentado sobre a plateia.

fonte: Guiame, com informações da UOL

Atualizado: Domingo, 27 Março de 2016 as 11:44

Bruce Dickson se apresenta com sua banda Iron Maiden, para cerca de 41 mil pessoas em São Paulo. (Foto: Lucas Lima / UOL)
Bruce Dickson se apresenta com sua banda Iron Maiden, para cerca de 41 mil pessoas em São Paulo. (Foto: Lucas Lima / UOL)

No último sábado (26), às vésperas do domingo de Páscoa, os britânicos do Iron Maiden se despediram do Brasil com um show para 41 mil pessoas, no Allianz Parque, em São Paulo, que teve direito à participação do já conhecido mascote demoníaco 'Eddie' e até a um ritual pagão, como em todos as outras apresentações desta turnê.

Em um dado momento, o vocalista Bruce Dickson arrancou com as próprias mãos, o coração pulsante do famoso personagem que acompanha a banda e o jogou ensanguentado sobre a plateia.

A banda de rock tocou músicas já conhecidas como "Children of the Damned" ("Filhos do Amaldiçoado") e "The Number of the Beast" ("O Número da Besta"). Ao tocar esta segunda, a banda aproveitou para fazer um ode ao anticristo.

"Maldito seja, Ó Terra e Mar / O Demônio manda a besta com fúria / Porque ele sabe que o tempo é curto / Deixe aquele que ousa tentar entender / O número da besta / é o número humano / seu número é 666", repetiram os fãs - em inglês - junto com a banda.


Shows e rituais
Poucas semanas atrás, outra banda também protagonizou um tipo de ritual satânico em três cidades brasileiras. Na música "Simpathy for the Devil" ("Simpatia pelo Diabo"), os Rolling Stones fazem uma homenagem a satanás, contando em forma de narrativa as atrocidades cometidas por ele ao longo da história da humanidade.

“Por favor, permita que eu me apresente. Sou um homem de riquezas e bom gosto. Estive por aí por muitos, muitos anos. Roubei a alma e a fé de muitos homens. E eu estava por lá quando Jesus Cristo teve seu momento de dúvida e dor. Certifiquei-me de que Pilatos lavasse suas mãos e selasse seu destino”, diz parte da composição.

 

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