Maioria dos jovens não vêem a Inglaterra como um país cristão, diz pesquisa

Maior parte dos entrevistados, com idades entre 18 e 24 anos, enxergam a nação como sem identidade religiosa.

fonte: Guiame, com informações de Christian Today

Atualizado: Quarta-feira, 11 Janeiro de 2017 as 2:16

Maior parte dos jovens enxergam a nação como sem identidade religiosa. (Foto: Unsplash)
Maior parte dos jovens enxergam a nação como sem identidade religiosa. (Foto: Unsplash)

A maioria dos jovens não encaram a Inglaterra, Escócia e País de Gales (Grã Bretanha) como cristãos, de acordo com uma pesquisa feita pelo instituto ComRes.

Maior parte dos entrevistados, com idades entre 18 e 24 anos, enxergam a Grã-Bretanha como uma nação sem uma identidade religiosa. Por outro lado, eles acreditam que a religião desempenha um papel importante na vida das pessoas.

Apenas um terço dos jovens descreveram a Grã Bretanha como cristã. Quatro em cada dez entrevistados disseram que a Grã-Bretanha não tem identidade religiosa específica.

No entanto, metade dos jovens afirma que os políticos britânicos devem ter uma boa compreensão da religião, e que ela "é importante para combater o terrorismo em todo o mundo".

Inglaterra e os leigos do Evangelho

Hoje, a Inglaterra é lar de uma população leiga quanto à revelação da Bíblia. Uma pesquisa feita pela ComRes em 2015 mostrou que 40% dos ingleses não acreditam que Jesus foi uma pessoa real. Por outro lado, 43% dos entrevistados acreditam na ressurreição — embora muitos não concordem que o fato aconteceu como está descrito na Bíblia.

Dentre os entrevistados, 57% se classificam como cristãos e menos de 10% lêem a Bíblia, oram ou vão à igreja regularmente.  

A Europa já foi um berço de grande avivamento para o mundo todo. Em 2017 será comemorado os 500 anos da Reforma Protestante, movimento reformista cristão culminado no início do século XVI por Martinho Lutero, na Alemanha.

No entanto, com o passar do tempo, o continente foi caminhando para longe de Deus. Estima-se que em 2007, o número total de muçulmanos na região já era de cerca de 53 milhões.

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