Vestidos de "Papai Noel", muçulmanos atacam local do nascimento de Jesus

Em ataques diários através de esfaqueamentos, atropelamentos e tiroteios, 20 israelenses e um cidadão americano foram mortos, provocando temores de um novo levante palestino.

fonte: Guiame, com informações de Christian Today

Atualizado: Segunda-feira, 28 Dezembro de 2015 as 10:31

A cidade palestina de Belém tem sido palco de confrontos. (Foto: Getty Images)
A cidade palestina de Belém tem sido palco de confrontos. (Foto: Getty Images)
Vestidos de "Papai Noel" e equipados com máscaras de gás, muçulmanos conduziram ataques em Belém, na Cisjordânia, desde a véspera do Natal até o fim de semana. O local estava repleto de turistas que celebravam o nascimento de Jesus Cristo.

No domingo (27), as forças israelenses mataram dois palestinos que esfaquearam um soldado israelense na Cisjordânia. Este foi o mais recente ataque dentro das últimas 12 semanas de violência intensificada na região, aponta o Exército.

Em ataques diários através de esfaqueamentos, atropelamentos e tiroteios, 20 israelenses e um cidadão americano foram mortos, provocando temores de um novo levante palestino.

Na quinta-feira (24), véspera de Natal, as autoridades israelenses disseram que três agressores palestinos foram mortos após tentativas de esfaqueamentos e atropelamentos. Um quarto palestino também foi morto em confrontos com as tropas israelenses no mesmo dia, relata o site WND.

Em outra parte da região, um homem palestino feriu dois policiais da fronteira israelense à facadas, na entrada da Cidade Velha de Jerusalém. Na semana passada, agressores muçulmanos também atiraram pedras e bombas contra soldados israelenses próximo ao muro de separação na Cisjordânia.

A cidade palestina de Belém tem sido palco de confrontos entre tropas israelenses e manifestantes palestinos nos últimos três meses, em uma onda de violência que assola a região. Autoridades relatam que os ataques palestinos mataram 20 israelenses, enquanto a defesa de Israel deixou 124 palestinos mortos — dos quais 85 são agressores. 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o presidente Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina, de incentivar a violência ao pedir que os muçulmanos defendessem Jerusalém "por todos os meios."

 

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