Em vídeo, Daniel Mastral fala sobre o 'espírito olímpico' no Brasil: "Deus está nos dando sinais"

Após entrevista exlcusiva ao Guiame, o escritor e palestrante Daniel Mastral esclareceu certos pontos e citou os jogos olímpicos, não como uma fonte de maldição, mas sim como um importante marcador de tempo dentro dos sinais que a Bíblia aponta no campo escatológico.

fonte: Guiame

Atualizado: Quarta-feira, 29 Junho de 2016 as 12:30

Na manhã desta quarta-feira (29), o escritor cristão e palestrante Daniel Mastral publicou um vídeo no qual falou mais a respeito do tão comentado "espírito olímpico", considerando que o Rio de Janeiro (RJ) está às vésperas de vivenciar as Olimpíadas em seu território.

Já no início do vídeo, Daniel - que chegou a praticar o satanismo por muitos anos - contextualizou o perfil histórico dos jogos olímpicos, citando toda a mitologia envolvida na celebração do evento.

Mastral explica que os jogos são inspirados a partir do êxito de Hércules na realização dos 12 trabalhos "impossíveis" que a deusa Hera teria lhe entregue e seria uma homenagem a Zeus.

"Essa primeira festividade foi feita em homenagem a Zeus, no Olimpo, que era o local, onde seria a 'residência dos deuses'. Esta tornou-se a festa dos Olimpos, daí o nome 'Olimpíadas", explicou.


Caos
Trazendo para o cenário atual, Daniel propôs uma reflexão sobre a relação entre o "espírito olímpico" e o significado de paz, alegria e celebração que o evento tenta transparecer.

"Quando a gente olha hoje para o Rio de Janeiro, parece que esse espírito do Olimpo, essa chama que foi acesa, no Brasil, apareceu curiosamente o número '666'. Seria um sinal, alguma coisa trazendo uma maldição para o Brasil?", questionou.

"Nós vemos uma ciclovia que desabou [no Rio de Janeiro] e acabou matando duas pessoas; a violência do Rio de Janeiro é crescente e hoje a nossa força policial não está preparada para combater toda essa onda de violência, ainda mais agora, sob ameaça do Estado Islâmico. Some isso a lagoas poluídas, à dengue, ao Zika, o decreto de calamidade no Rio de Janeiro, o afastamento da presidente, os escândalos de corrupção, as obras superfaturadas, mataram a onça [Juma] de forma covarde... Diante de tudo isso, parece que para receber isso e será que vem a ser uma maldição para nós?".
Respondendo a esta questão, o escritor ainda destacou que é preciso ter sabedoria e moderação para avaliar tal contexto.

"A Olimpíada é apenas um marcador de tempo. Ela não traz maldição para o Brasil. Se fosse assim, todos os países que sediaram os jogos olímpicos, teriam um rastro de maldição", explicou.


Entrevista ao Guiame

Mastral também citou a entrevista que ele concedeu com exclusividade ao Portal Guiame e reafirmou seu argumento já colocado em suas respostas, o qual relacionava os jogos olímpicos com um tempo de "paz transitória".

"A Olimpíada não traz paz, mas sim representa a paz. Na época das olimpíadas [surgimento], se havia guerras, elas cessavam para houvesse os jogos. Então é a ideia de que ela remete à paz, mas não que ela vá trazer a paz", destacou.

Clique abaixo para conferir o vídeo completo:

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