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Candidata Marina Silva vê esporte como ferramenta de desenvolvimento do Brasil

Candidata apresentou ao LANCE!Net como pretende tratar o assunto, caso seja eleita

fonte: Lance!Net

Atualizado: Quinta-feira, 2 Outubro de 2014 as 4:14

A coligação da candidata Marina Silva, do PSB, enxerga o esporte como um meio de desenvolvimento econômico e social. É nessa tecla que ela bate ao apresentar sua plataforma de campanha ao LANCE!Net. A coligação optou por não responder diretamente as perguntas, mas enviou uma nota oficial sobre como enxerga o esporte.

CONFIRA A NOTA DA COLIGAÇÃO UNIDOS PELO BRASIL

A coligação Unidos pelo Brasil vê o esporte como um direito por ser importante instrumento para o desenvolvimento humano e social. Seu papel é fundamental por ser uma ferramenta que contribui com várias áreas, entre elas, a saúde e a educação, para citar algumas. Além de colaborar com a redução do sedentarismo e da obesidade da população, a prática do esporte pode melhorar o desempenho escolar dos jovens, diminuir a violência e promover a inclusão social.

Acreditamos que o Brasil tem de buscar atletas de alto rendimento, mas também pode oferecer atividades esportivas a toda a população. Para isso, é preciso não concentrar todos os investimentos na ponta da pirâmide, mas estimular também a base. É assim que poderemos usufruir dos benefícios sociais do esporte, além de criar as condições de nos tornarmos uma potência olímpica no futuro.

Nesse sentido, o programa de governo apresentado pela coligação prevê a importância de pensar em políticas públicas de fomento e há algumas diretrizes para desenvolver o esporte no país:

- Oferecer esporte de qualidade em todas as escolas brasileiras, valorizando a importância da disciplina e promovendo atividades inclusivas, que incentivem a diversidade, o trabalho em equipe e a criação de valores

- Estabelecer metas quantitativas e de resultado para melhorar a atividade física e o esporte nas escolas

- Criar um comitê interministerial para articulação de programas e projetos voltados ao esporte que envolva, no mínimo, os ministérios do Esporte, do Planejamento, da Educação, da Saúde e de Cidades e conte com a participação da sociedade civil

- Preparar o país para as Olimpíadas criando programas para apoiar municípios na disseminação das modalidades de esportes

-Ter uma legislação que defina o Sistema Nacional de Esporte – hoje regida pela Lei Pelé, de limitada abrangência

Na avaliação da coligação, também é necessário que o governo fiscalize melhor o cumprimento da lei 12.868/2013, que foi um marco, regulamentando a participação dos atletas na gestão das entidades. Vale lembrar que o artigo 19 dessa legislação determinou limite de mandatos para dirigentes esportivos, participação dos atletas e técnicos na gestão das entidades e nas eleições para dirigentes das federações e confederações, além de divulgação integral dos resultados financeiros e dos contratos de patrocínio.

 

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