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Segundo TSE, atrasos com biometria não prejudicam resultados

fonte: Terra.com.br

Atualizado: Domingo, 5 Outubro de 2014 as 1:52

Mais de 1,8 milhão de eleitores devem votar com o uso de biometria no Distrito Federal. Entretanto, as urnas têm apresentado problemas. Nem sempre o eleitor é identificado pela digital, por mais que tenha feito o cadastramento. Isso tem atrasado a votação em alguns dos colégios eleitorais, nos quais as filas passam de meia hora. Até o final da manhã deste domingo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmava que não haveria atrasos na divulgação de resultados ou das pesquisas de boca de urna, após o fechamento das seções.

Segundo TSE, atrasos com biometria não prejudicam resultadosEm Brasília a revisão biométrica foi feita por 99,87% do eleitorado, o que representa um total de 1.895.252 pessoas. Cerca de 40 minutos após o início das seções eleitorais, 12 urnas tinham sido substituídas (0,16%).

Outro problema é a dispensa de documentação por conta do sistema biométrico, que identifica a pessoa por meio da digital. Quando o sistema falha, o mesário faz a identificação por meio do sistema tradicional, com documento com foto. Por isso, tanto no método tradicional, como no novo, é necessário levar a documentação, segundo o TSE.

Apesar do atraso, o TSE garante que tudo ainda está dentro do programado, inclusive a divulgação das pesquisas de boca de urna, que são divulgadas após o fechamento das seções eleitorais. A partir das 17h começa a apuração dos votos de governadores e deputados estaduais e federais.

O corregedor-geral eleitoral, João Otávio de Noronha, comparou a urna eletrônica com a identificação biométrica a um "carro novo". Segundo ele, pode haver dificuldade de adaptação no início, mas depois fica melhor.

Noronha e o ministro Henrique Neves visitaram o centro de divulgação eleitoral no TSE, onde conversaram com jornalistas. Eles disseram que não enfrentaram atrasos para votar no DF, onde há identificação biométrica.

A partir das 19h, por conta do fuso horário do Amazonas e do Acre, é que começam a contabilizar os votos para presidente em todo o País.

Ao todo, 21,6 milhões de eleitores de 762 cidades vão votar utilizando o sistema biométrico. A meta é migrar o sistema tradicional para a nova tecnologia até as eleições de 2018.

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