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Veja 3 países que querem profissionais brasileiros

fonte: Exame

Atualizado: Segunda-feira, 27 Outubro de 2014 as 4:28

Trabalhar fora do Brasil parece ser um sonho distante para muita gente. Mas a oferta pró-ativa de oportunidades profissionais por alguns países indica que os brasileiros podem, sim, ser imigrantes muito bem-vindos.

Selecionamos três países que estão abertos à entrada de mão de obra estrangeira qualificada e, de quebra, já manifestaram interesse específico em profissionais do Brasil. Veja a seguir:

Nova Zelândia
O pequeno país da Oceania tem diversas oportunidades para imigrantes com diploma de nível superior, principalmente nas áreas de medicina, engenharia e tecnologia da informação (TI).

O governo neozelandês também está aberto para mão de obra estrangeira capacitada em finanças, educação, construção, óleo e gás, entre outras áreas listadas no seu site oficial.

Os brasileiros são bem-vindos: a Nova Zelândia até tem um programa anual de trabalho temporário feito exclusivamente para o país. Mais informações sobre o assunto podem ser encontradas no site do governo neozelandês.

Canadá
O Québec, província do Canadá que fala francês, até já promoveu palestras no Brasil para mostrar que os profissionais daqui são desejados.

As principais formações miradas são administração de empresas, contabilidade, engenharia civil, engenharia da computação, enfermagem e tecnologia da informação. Outras áreas com boas perspectivas de emprego no Quebéc estão compiladas no site oficial da província.

Noruega
Ocupando o 1º lugar na lista de países com maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), a Noruega tem falta de mão de obra em diversas áreas da economia.

Segundo o site oficial do governo, os engenheiros foram os profissionais mais escassos no país no primeiro semestre de 2014, com déficit estimado de 14 mil profissionais. Os profissionais mais buscados são das áreas de perfuração, automação, mecânica, mecatrônica e hidráulica.

De olho no pré-sal, muitas empresas norueguesas têm buscado aproximação com os brasileiros. O país também está de olho em médicos, enfermeiros e profissionais da área de educação.

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