MENU

Grevistas fecham portão principal da USP

fonte: Globo.com

Atualizado: Quinta-feira, 7 Agosto de 2014 as 8:24

USP Funcionários grevistas da Universidade de São Paulo (USP) fecharam o portão principal da Cidade Universitária, na Zona Oeste, na manhã desta quinta-feira (7) contra o desconto dos dias parados. Eles cruzaram os braços há mais de dois meses.

Os manifestantes têm cartazes e cantam na portaria central. A situação é tranquila, como mostrou o Bom Dia São Paulo. Alguns estudantes e funcionários pulam uma grade de segurança para não ter que dar a volta para entrar.

Os motoristas que trafegam no sentido da Avenida Vital Brasil encontram pontos de lentidão. Oito linhas de ônibus foram desviadas na região por causa de um protesto.


Veja as linhas que estão com o trajeto alterado por causa do prostesto:

177H/10- Metrô Santana-Butantã /USP
701 U/10 - Metrô Santana-Butantã /USP
702 U/10 - Butantã USP/ Terminal Parque Dom Pedro II
7181/10 - Cidade Universitária-Terminal Princesa Isabel
7411/10 - Cidade Universitária- Praça da Sé
7725/10 - Rio Pequeno-Terminal lapa
8012/10-Metrô Butantã-Cidade Universitária
8022/10- Metrô Butantã-Cidade Universitária

Protestos
Desde a tarde de segunda-feira (4), eles protestam contra o corte do ponto. Cerca de 300 funcionários grevistas fecharam a entrada da reitoria e bloquearam também: o Centro de Práticas Esportivas, ao Departamento de Tecnologia e Informação, à Administração Central e à Prefeitura do Campus. Os restaurantes centrais e as três creches também foram fechados. Na terça-feira (5), manifestantes acamparam no campus.

Greve mais longa dos últimos dez anos
A greve de docentes e funcionários começou em 27 de maio e já é a mais longa dos últimos dez anos. As três categorias da USP reivindicam a derrubada do congelamento de salários proposto pelos reitores da USP, da Unesp e da Unicamp, que negociam com os sindicatos por meio do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Em 3 de setembro, está prevista uma reunião para mais uma rodada de negociações entre as representantes das universidades  e os sindicatos dos trabalhadores.

Nesta segunda-feira, algumas unidades da USP voltaram às aulas, mas outras permaneceram em greve. Foi o caso da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), onde os professores realizaram debates com os estudantes dos cursos para apresentar os motivos da greve e um calendário de aulas públicas e debates durante a semana.



veja também