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No Paraná, policial que matou namorada a tiros segue internado em estado grave

No Paraná, policial que matou namorada a tiros segue internado em estado grave

fonte: Globo.com

Atualizado: Sexta-feira, 25 Abril de 2014 as 2:49

Velório da jovem de 21 anos ocorreu no Cemitério Parque Iguaçu, em CuritibaO policial civil que algemou e matou a namorada de 23 anos em uma rua de Curitiba na tarde de quinta-feira (24) permanece internado nesta sexta (25). Segundo o Hospital Cajuru, o rapaz passou por uma cirurgia que durou 6 horas, e seu estado de saúde é considerado grave, com risco de morte.
O crime aconteceu entre a Rua Sete de Abril e a Avenida Senador Souza Naves, no bairro Alto da XV. De acordo com a Polícia Civil, depois de algemar e matar a namorada, o homem tentou se matar e atirou no próprio pescoço. Um cinegrafista amador registrou o momento da discussão.

O autor dos disparos tem 38 anos e atua desde 2010 como policial civil, na área administrativa da corporação. Após receber alta, ele deve ser preso em flagrante e responder por homicídio.
Até a manhã desta sexta-feira, a polícia não soube informar o que teria causado a briga entre o casal. Informou apenas que a mulher tinha um filho pequeno com outro homem. Na página do Facebook da vítima, aparece que ela estava em um relacionamento sério desde março de 2013.
Em nota divulgada durante esta manhã, a Polícia Civil informou que o policial já estava sendo investigado pela Corregedoria-Geral anteriormente por um problema disciplinar.
"Atualmente em funções administrativas, graças a seu preparo e formação, o mesmo vinha desempenhando suas funções de maneira satisfatória. O Departamento da Polícia Civil também aproveita para manifestar sua solidariedade com os familiares da vítima e informar que a investigação sobre o caso ocorrerá do modo mais ágil e transparente possível", diz a nota.
Velório
O velório da jovem de 23 anos morta reuniu dezenas de pessoas na manhã desta sexta-feira, no Cemitério Parque Iguaçu, próximo ao Parque Barigui. O sepultamento ocorreu por volta das 11h. O G1 tentou conversar com familiares e amigos, mas ninguém quis comentar sobre a morte da garota.

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