Escovar os dentes uma vez ao dia aumenta risco de infarto

Escovar os dentes menos de duas vezes por dia aumenta em 70% as chances de doenças cardíacas

fonte: Guiame, com informações de Terra

Atualizado: Terça-feira, 17 Março de 2015 as 10:18

saúde bucal
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os cuidados com a saúde bucal devem ser visto como prioridade. Um estudo realizado pelo University College London, as pessoas que não escovam os dentes pelo menos 2 vezes ao dia aumentam em 70% as chances de ter doenças cardíacas.

A pesquisa durou oito anos com 11 mil adultos da Escócia. Durante o período de avalição, foram registrados 555 registros cardiovasculares (como enfartes), sendo 170 fatais. 

De acordo com o jornal onde a pesquisa foi públicada, já se sabia que inflamações na boca e na gengiva tinham um papel importante no entupimento das artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas. No entanto, essa seria a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação também influencia na incidência dessas doenças. 

“A pouca ou má higienização da boca pode levar a quadros inflamatórios e/ou infecciosos, como cárie e periodontite, que podem afetar toda a saúde do indivíduo, já que os dentes mantem contato com outras estruturas do corpo, como ossos e corrente sanguínea”, diz Sandra Kalil Bussadori, professora da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APDC (Associção Paulista de Cirugiões-Dentistas).

Para manter-se lonGe, o recomendavel é que a escovação seja feita pelo menos três vezes ao dia, após as principais refeições (café da manhã, almoço e jantar/antes de dormir) e com o uso do fio dental e de raspadores linguais. “A escovação é importante, tanto para desorganizar o biofilme (placa bacteriana), como para disponibilizar flúor ao meio bucal com a pasta de dente”, diz Sandra. 

Vale lembrar sobre a visita ao dentista, que ensina a melhor técnica de escovação, a frequência ideal e o período de retorno. “Cada pessoa tem o seu, de acordo com o risco que apresenta para desenvolvimento das doenças bucais para evitar complicações em saúde oral e, consequentemente, saúde geral”, diz a especialista. 

 

 

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