Missão evangeliza crianças refugiadas pela TV no Oriente Médio: “Obra do Espírito Santo”

O canal de TV missionário SAT-7 está levando a esperança de Cristo a crianças e adolescentes refugiados em áreas de conflito.

Fonte: Guiame, com informações de Mission Network NewsAtualizado: quarta-feira, 4 de março de 2026 às 14:57
Crianças refugiadas estão conhecendo a esperança de Jesus. (Foto: Reprodução/Facebook/SAT-7)
Crianças refugiadas estão conhecendo a esperança de Jesus. (Foto: Reprodução/Facebook/SAT-7)

Em meio a conflitos, deslocamentos forçados e incertezas, uma organização missionária que evangeliza por meio da televisão tem levado a esperança de Cristo a jovens refugiados no Oriente Médio e no Norte da África.

O canal SAT-7 é um ministério cristão de televisão via satélite que atua no Oriente Médio e norte da África, e tem direcionado jovens a Cristo, especialmente por meio das redes sociais. 

Muitos voluntários da equipe conhecem a dor do deslocamento, o que torna o trabalho ainda mais sensível e próximo da realidade das vítimas atendidas.

Para Rita el-Mounayer, uma das líderes do ministério, alcançar essa geração é urgente e espiritual: “As pessoas estão perdendo muita esperança no futuro”. 

Trabalhando com crianças e adolescentes refugiados ao redor do mundo, ela afirma ser essencial lembrá-los que eles não estão sozinhos, especialmente as vítimas da região.

‘É obra do Espírito Santo’

Rita cresceu no Líbano, em meio a conflitos e, embora não tenha sido oficialmente refugiada, foi deslocada diversas vezes. 

“Tudo o que eu queria era que alguém me dissesse que havia esperança”, afirmou ela.

Hoje, essa é a mensagem que o ministério anuncia: há esperança em Cristo. Segundo ela, muitos jovens questionam conceitos como amor e perdão. 

“Eles nos perguntam: 'Amor? Deus é amor?'. 'Perdão? Devemos perdoar as pessoas que nos magoaram?'. E somos muito honestos quando respondemos que realmente não é fácil — especialmente no Oriente Médio, onde há muitos inimigos por perto. Mas as pessoas sentem e respeitam essa honestidade”, explicou Rita. 

Após o primeiro contato pelas redes sociais e aplicativos online, os jovens são acompanhados por uma equipe de suporte, que ora com eles e responde às suas dúvidas. 

“Eles tentam se conectar com as pessoas. Tentam responder às suas perguntas. Tentam orar com elas. E então, no final, quando sentimos que é seguro — especificamente a segurança delas — nós as conectamos a uma igreja local ou igreja clandestina”, contou a líder.

Por fim, Rita pediu orações para que o trabalho da equipe produza muitos frutos espirituais: 

“Estamos de joelhos orando porque realmente acreditamos que, no fim das contas, não é obra nossa. É obra do Espírito Santo. Louvado seja Deus, pois a esperança em Cristo não conhece limites! Por favor, orem para que ela alcance os jovens do Oriente Médio e norte da África antes que a mensagem cada vez mais radicalizada de seu ambiente cultural se consolide. Se o Evangelho não for pregado, nós perdemos”.

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