Síria é considerado o país de maior ‘risco de morte’ para cristãos e outras minorias

Juntamente com a Síria, países como Iraque, Sudão do Sul, Líbia, Turquia, Ucrânia e Azerbaijão são os que oferecem maior risco para minorias, segundo a organização Minority Rights Group.

fonte: Guiame, com informações de Christian Today

Atualizado: Segunda-feira, 13 Junho de 2016 as 4:30

Além da Síria, países como Iraque, Sudão do Sul, Líbia, Turquia, Ucrânia e Azerbaijão são os que oferecem maior risco para minorias. (Foto: Reuters)
Além da Síria, países como Iraque, Sudão do Sul, Líbia, Turquia, Ucrânia e Azerbaijão são os que oferecem maior risco para minorias. (Foto: Reuters)

A Síria é considerado o país com o maior risco de promover genocídios, assassinatos em massa e repressão às minorias, de acordo com um novo estudo da entidade britânica Minority Rights Group.

Juntamente com a Síria, países como Iraque, Sudão do Sul, Líbia, Turquia, Ucrânia e Azerbaijão são os que oferecem maior risco para minorias. A organização disponibiliza o mapa online "People Under Threat”, onde é possível ver os grupos ameaçados em todo o mundo.

"Embora a previsão dos assassinatos em massa tenham melhorado desde a década de 90, os mecanismos de prevenção ainda são inadequados. Em 2016, particularmente, está havendo uma falha global em atender às necessidades dos grupos vulneráveis que estão deslocados, fazendo com que novos refugiados se desloquem em uma questão de tempo", disse o diretor da entidade, Mark Lattimer.

De acordo com Lattimer, a crise dos refugiados foi resultado dos abusos sofridos por pessoas que vivem em países como a Síria. "Apenas no Sul do Sudão e no Iraque, por exemplo, existem cinco milhões de vítimas deslocadas internamente, mas os planos de resposta às crises da ONU mal são consolidados".

A população da Síria continua em intensa agonia, mesmo com a entrada formal dos Estados Unidos e da Rússia no conflito. Mais de 250 mil pessoas foram mortas em agosto de 2015 por causa das investidas de aviões sírios e russos. Mais de quatro milhões fugiram para países vizinhos. Enquanto isso, cristãos e outras minorias são mantidos em áreas controladas pelo governo.

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