Ex-transgênero diz que cristãos devem levar amor aos homossexuais: “A igreja é um hospital”

Walt Heyer passou por duas cirurgias de mudança de sexo. Hoje, mais maduro e movido pela fé cristã, ele lamenta sua decisão e a facilidade que teve para realizar o procedimento.

Fonte: Guiame, com informações de The Christian PostAtualizado: terça-feira, 2 de maio de 2017 às 19:44
Walt Heyer mudou de sexo e se tornou Laura Jensen, mas voltou à origem após oito anos. (Foto: Steve Craft)
Walt Heyer mudou de sexo e se tornou Laura Jensen, mas voltou à origem após oito anos. (Foto: Steve Craft)

Walt Heyer, de 74 anos, acreditava que tinha convicção de sua sexualidade quando passou por duas cirurgias de mudança de sexo. Hoje, mais maduro e movido pela fé cristã, ele lamenta sua decisão e a facilidade que teve para realizar o procedimento.

Em entrevista ao site CBN News, Heyer disse que suas expectativas de ter uma vida plena após as cirurgias não se concretizaram. “A cirurgia não consertou nada, só mascarou e intensificou os problemas psicológicas mais profundos”.

O ex-transgênero disse que as pessoas que se identificam com o sexo oposto do nascimento não devem tomar a rápida decisão de realizar uma cirurgia. Em vez disso, ele sugere que essas pessoas passem por diversos testes psicológicos e análises para observar outras doenças mentais.

Em um artigo publicado por Heyer no site The Public Discourse, ele lembra que seu antigo médico, Dr. Paul Walker, aprovou o pedido de cirurgia mesmo sabendo dos altos riscos de suicídio ligados à mudança de sexo.

“Se mais pessoas estivessem cientes do lado negro e da turbulência provocada pela cirurgia, talvez as pessoas não seriam empurradas nessa direção de um jeito tão rápido”, afirmou.

Heyer classificou o tratamento de mudança de gênero como "intelectualmente desonesto" e prejudicial. Ele observa que os defensores do transgenerismo manipulam as informações para as pessoas que realizam este tipo de cirurgia, argumentando que quaisquer emoções negativas após o procedimento é fruto da “transfobia”.

O ex-transgênero também encorajou os cristãos a mostrarem amor de Deus e acolherem as pessoas que sofrem com a disforia de gênero, deixando de tratá-las unicamente como homossexuais.

“Precisamos estar conscientes de que a igreja é um hospital para pessoas doentes e, como tal, temos que ser as pessoas que irão administrar a assistência e a orientação a essas pessoas que estão sofrendo”, disse Heyer.

“Nós não queremos deixá-las onde elas estão”, ele acrescentou. “Queremos que elas sejam curadas e encontrem a fonte de Cristo em suas vidas, para que possam ser restauradas da mesma forma que eu fui”.

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