Avião missionário cai em lago congelado e passageiros sobrevivem: “Louvamos a Deus”

Cinco pessoas estavam a bordo e todas estão em condição estável, informou a missão.

Fonte: Guiame, com informações da Associated PressAtualizado: sexta-feira, 11 de março de 2022 às 11:49
Foto das Tropas Estaduais do Alasca do local do acidente de avião. (Foto: Trooper Travis Lons/Alaska State Troopers via AP)
Foto das Tropas Estaduais do Alasca do local do acidente de avião. (Foto: Trooper Travis Lons/Alaska State Troopers via AP)

Um pequeno avião operado por uma organização missionária caiu em um lago congelado no sudoeste do Alasca no sábado (5). Milagrosamente, as cinco pessoas que estavam a bordo sobreviveram aos ferimentos.

“Louvamos a Deus por Sua proteção e misericórdia”, declarou o ministério SEND International no Facebook na segunda-feira (7).

A aeronave Cessna 206, usada pela missão para fins ministeriais, caiu nas águas congeladas do Lago Iliamna por volta das 12h35. Pouco antes das equipes de resgate chegarem ao local, moradores da região, alguns em motos de neve, conseguiram ajudar as vítimas.

Um piloto do grupo SEND North e quatro passageiros estavam a bordo na hora do acidente. Todos foram transportados para hospitais da área de Anchorage e estão em condição estável, informou a missão.

“Por favor, junte-se a nós em oração pelo piloto e passageiros, suas famílias e nossa equipe SEND North”, pediu o grupo missionário.

A visão da SEND North é alcançar com o Evangelho as comunidades da Janela 60/7, ou seja, regiões com clima severo, geografia extensa, comunidades isoladas e com necessidades espirituais imensas. Entre essas regiões está o Alasca e três territórios no Canadá: Yukon, Nunavut e Territórios do Noroeste.


Foto das Tropas Estaduais do Alasca do local do acidente de avião. (Foto: Trooper Travis Lons/Alaska State Troopers via AP)

O Cessna 206, um avião a hélice monomotor, seguia para a pequena comunidade de Port Alsworth, em Levelock, até cair no lago congelado Iliamna.

As más condições climáticas e a visibilidade impediram que as equipes da Guarda Costeira dos EUA e da Guarda Aérea Nacional do Alasca chegassem com segurança à região para pegar e transportar as vítimas, disse Austin McDaniel, porta-voz do Departamento de Segurança Pública do Alasca, à Associated Press.

McDaniel disse que sem “a ajuda dos alasquianos locais dispostos a ajudar”, incluindo uma clínica, transportadoras aéreas, voluntários da equipe de busca e resgate e moradores da região, “isso poderia ter um resultado diferente”.

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