O novo de Deus está vindo!

Começar o ano de 2026 falando sobre a Arca é a melhor maneira de falar sobre coisas novas.

Fonte: Guiame, Darci LourençãoAtualizado: sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 às 14:11
(Imagem ilustrativa gerada por IA)
(Imagem ilustrativa gerada por IA)

Primeiro artigo do ano, e aqui estou eu retornando à Arca! Devo confessar que este é um dos temas que mais me chamam a atenção, embora não o veja tanto explorado quanto ele merece.

Já escrevi um livro sobre ele, intitulado “A Vida na Arca”, e estou preparando o volume 2. Aguarde!

Mas talvez você pergunte: Darci, por que você gosta tanto de falar da Arca? A resposta mais simples que me vem à mente é: a Arca representa o novo de Deus.

E o novo de Deus é graça, misericórdia, amor, perdão...

Para mim, começar o ano de 2026 falando sobre a Arca é a melhor maneira de falar sobre coisas novas!

Além disso, aproveitei para usar como argumento o fato de, nestes dias aqui em São Paulo, capital, onde moro, também estarmos enfrentando chuvas fortes com ventos amedrontadores – consequência do calor excessivo deste verão.

Esse cenário me levou a refletir sobre o poder das águas de “submergir” o velho, conforme está escrito em Gênesis 7:

“As águas prevaleceram, aumentando muito sobre a terra, e a arca flutuava na superfície das águas. As águas dominavam cada vez mais a terra, e foram cobertas todas as altas montanhas debaixo do céu. As águas subiram até quase sete metros acima das montanhas.” (Gênesis 7:18-20 – grifei)

As águas transformaram o que era antigo (antes do Dilúvio) em coisas do passado. Depois de um tempo, quando baixaram, surgiu o novo de Deus.

Isso também me faz refletir sobre a postura de Noé, o patriarca encarregado de conduzir sua família a uma nova estação:
ele não reclamou, não murmurou, não lamentou o que ficou submerso, não questionou.

Ele simplesmente obedeceu.

Isso me ensina que, para viver o novo, é preciso obedecer às instruções de Deus.

Confiar n’Ele.

Imitar Noé e crer que Deus sempre tem o melhor para nossas vidas.

Noé também teve o mérito de manter sua família na mesma sintonia – mesmo que seus filhos e noras não tivessem a mesma experiência com Deus que ele.

Ele permaneceu firme e confiante, cuidando dos seus e de tudo o que Deus havia colocado sob sua responsabilidade: “os casais de todas as criaturas que tinham fôlego de vida” (Gênesis 7:15).

Até o momento em que estivesse pronto o lugar onde ele e sua família atracariam. Ou seja, onde eles “despertariam” para um novo tempo – o início de uma nova criação de Deus.

Fora essas responsabilidades, Noé só precisava continuar confiando e obedecendo.

O restante era Deus quem cuidaria.

Deixo aqui uma provocação:
Você teria toda essa fé?
Acreditaria que um dia as coisas seriam melhores, mesmo sem conseguir enxergar nada e estando preso a uma situação difícil?

Bom, Noé confiou – e por isso pode viver.

Ele tinha certeza de que o novo de Deus está vindo para ele e para os seus.

Muitas vezes, só depois que a “porta se abre” é que tudo começa a fazer sentido: as chuvas, o vento, o Dilúvio...

E é sobre isso que quero deixar como reflexão:
Você se orienta pelo Dilúvio, pelas águas, pelos ventos – ou pelo Deus que domina sobre todos eles?

Feliz 2026! O novo de Deus está vindo...

O Pai ama você!

 

Darci Lourenção (@pra_darci_lourencao) é psicóloga, pastora, coach, escritora e conferencista. Foi Deã e Professora de Aconselhamento Cristão. Autora dos livros “Na intimidade há cura”, “A equação do amor”, “Viva sem compulsão” e “Devocional Minha Família no Altar”.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Precisamos desenvolver um coração de criança

 

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