Vídeo mostra a emocionante chegada de Saeed Abedini aos Estados Unidos; confira

Após descer as escadas do jato particular que o transportou, Abedini abraçou os que estavam ali para recepcioná-lo e fez uma breve oração: "Senhor, nós te adoramos, te agradecemos, por este momento maravilhoso. O Senhor é incrível, é fiel!".

Fonte: GuiameAtualizado: quarta-feira, 27 de janeiro de 2016 às 15:42

Após sua situação preocupante no Irã ganhar grande repercussão em diversos países do mundo, o pastor Saeed Abedini voltou a emocionar dezenas de milhares de internautas ao desembarcar nos Estados Unidos, na última quinta-feira (21).

Um vídeo publicado pela missão 'Samaritan's Purse' ('Bolsa do Samaritano') no dia seguinte ao desembarque registrou o momento em que o pastor desembarcou na Carolina do Norte e foi recebido por sua mãe, seu pai, sua irmã e pelo Pastor Franklin Graham - fundador da Missão e presidente da Associação Evangelística Billy Graham.

A esposa e os filhos do pastor estavam se programando para encontrá-lo no Centro de Treinamento Billy Graham, onde ele e a família passariam por um tempo de descanso e aconselhamento.

Após descer as escadas do jato particular que o transportou, Abedini abraçou os que estavam ali para recepcioná-lo e fez uma breve oração.

"Senhor, nós te adoramos, te agradecemos, por este momento maravilhoso. O Senhor é incrível, é fiel! Obrigado! O Senhor é maravilhoso! Nós te adoramos, em nome de Jesus, amém!".

Clique no vídeo abaixo para assistir:

Prisão
Saeed Abedini passou cerca de três anos e meio preso no Irã, em razão de sua fé cristã. O governo iraniano o acusou de "usar do cristianismo para conspirar contra o regime local", porém o pastor nega que tenha se envolvido em qualquer atividade conspiratória contra o governo.

Durante o seu tempo na prisão, Abedini sofreu torturas dos mais diversos tipos para que abandonasse sua fé cristã e assumisse os crimes pelos quais estava sendo acusado, porém ele se manteve firme.

Em sua primeira entrevista após ser liberto da prisão, o pastor relatou que a oração foi sua principal atividade para conseguir superar a dor causada pelos espancamentos e pela pressão psicológica.

Ele disse na entrevista que "a cada dia, por horas e horas, às vezes mais de 20 horas, só orava".

"A melhor coisa que eu podia fazer ali era [orar]", acrescentou.

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