Jovem enfrenta líderes animistas para seguir Jesus na Tailândia: “Abandonou tudo”

Paw Ne Moo, de 17 anos, conheceu o Evangelho em um colégio cristão dentro de um campo de refugiados.

Fonte: GuiameAtualizado: terça-feira, 15 de setembro de 2026 às 13:42
Paw Ne Moo foi batizada dentro de um campo de refugiados na Tailândia. (Foto: Reprodução/Instagram/ofagnerjr).
Paw Ne Moo foi batizada dentro de um campo de refugiados na Tailândia. (Foto: Reprodução/Instagram/ofagnerjr).

Uma jovem de 17 anos enfrentou líderes animistas e abandonou a religião de sua comunidade para seguir Jesus, na Tailândia.

O testemunho foi compartilhado pelo missionário brasileiro Victor Bejota, líder da Mission House, em vídeo no Instagram, no último sábado (12).

A jovem, chamada Paw Ne Moo, conheceu o Evangelho em um colégio cristão dentro de um campo de refugiados.

“Ela mora aqui dentro do campo de refugiados. Ela vem de uma família animista, mas conheceu a Jesus aqui no colégio”, contou Victor.

O animismo acredita que elementos da natureza, como o sol e a lua, são deuses dignos de adoração.

Durante um evangelismo na escola, Paw foi tocada por Deus e decidiu entregar sua vida a Cristo durante o apelo.

“Ela se levantou e sozinha foi lá na frente, declarando Jesus como seu único e suficiente Salvador”, testemunhou o missionário. 

“Mas o sim de Paw Ne Moo tem muito mais significado do que você pode imaginar. No animismo, para você se desligar da religião, você precisa voltar à sua comunidade de origem e fazer um tipo de ritual de desligamento. Sem isso, os líderes e os chefes não permitem você se desligar da religião oficialmente”, explicou.

“Mas Paw Ne Moo se recusou a voltar, e com apenas 17 anos de idade, ela enfrentou chefes e líderes da sua comunidade por causa de Jesus”.

Batismo de coragem

A jovem convertida decidiu pelo batismo sem esperar pela permissão dos líderes de sua comunidade.

Em um tanque batismal, Paw foi batizada por um cristão, marcando o início de seu relacionamento com Jesus.

“O batismo de Paw Ne Moo foi um sim a Cristo, e um não a tudo aquilo que insistia em prendê-la ao passado”, refletiu Victor.

E acrescentou: “Que sigamos esse exemplo de coragem dessa menina de apenas 17 anos de idade. Que a gente aprenda a abandonar tudo aquilo que já não faz mais parte da nossa vida. Que nunca deixamos o que parece ser certo para a comunidade, para o mundo, interferir no nosso relacionamento com Jesus”.

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