MJ Nixon cresceu com dois irmãos em uma família católica e conservadora, nos Estados Unidos. Ela enfrentou confusão em sua identidade logo cedo.
Aos 12 anos de idade, Nixon de tornou lésbica e, aos 18 anos, virou transgênero. Mais tarde, ela ouviu o Evangelho pela primeira vez em um culto, junto com sua namorada da época.
A jovem decidiu ir à igreja após ser atraída pela música de guitarra e bateria do louvor. Naquele dia, Nixon foi confrontada pela mensagem de salvação.
"Ambas sabíamos instintivamente que sempre há uma disputa entre o espírito e a carne, então começamos a orar por uma saída do relacionamento", contou ela, à CBN News.
Encontros sobrenaturais
O Senhor começou a agir na vida da lésbica através de experiências sobrenaturais. Certa vez, Nixon viu Jesus em uma visão. "Encontrei o Deus vivo enquanto Ele se sacrificava por mim", testemunhou.
Ela também ouviu a voz de Deus a encorajando a renunciar o seu eu. "Eu estava dirigindo de Kentucky para Atlanta sozinha quando o Senhor disse: 'MJ, você tem que escolher hoje a vida ou a morte, bênçãos ou maldições’”, relatou ela.
Impactada pelo Evangelho, a ex-jogadora de basquete deixou o relacionamento homossexual de 6 anos, aceitou Jesus e iniciou um processo de santificação.
Nixon encontrou seu verdadeiro propósito e sua verdadeira identidade em Cristo e passou a viver uma vida de renúncia no celibato.
“Eu ainda era uma pecadora até o momento em que Jesus me viu. Ele queria ter um relacionamento comigo. Qualquer coisa que eu tenha que largar não se compara ao que Jesus fez por mim", declarou Nixon.
"Com isso vieram tanta paz e alegria, embora nem sempre seja fácil", acrescentou.
Ministério que apoia ex-homossexuais
Hoje, a cristã lidera um ministério que apoia homens e mulheres que renunciaram à homossexualidade para viver sua verdadeira identidade em Cristo.
A missão promove a “Marcha pela Liberdade”, onde ex-homossexuais se reúnem para testemunhar que foram libertos por Jesus, em um evento com adoração, oração e evangelismo.
"Acreditamos que há uma corrente acontecendo nesta geração de tantos que saem deste lugar de identidade falsa para sua verdadeira identidade como filhos e filhas", comentou Nixon.
Segundo a líder, a igreja pode ser uma família para ex-homossexuais que escolheram viver o celibato. Nixon acredita que Deus deseja levantar mais pais e mães espirituais para aqueles que se sentem órfãos após deixarem a comunidade LGBT.
"Eu adoraria que a igreja fosse um lugar seguro onde alguém pudesse processar e caminhar por essa transformação enquanto Deus trabalha em seu coração", afirmou.
