Ratinho critica Veja e defende evangélicos: “Só conheço esse povo pregando a paz”

O apresentador criticou o artigo “Essa gente incômoda”, publicado pela revista Veja na última semana.

Fonte: GuiameAtualizado: quinta-feira, 12 de outubro de 2017 às 14:21
Ratinho desaprovou o artigo e defendeu os cristãos brasileiros. (Foto: Reprodução/SBT)
Ratinho desaprovou o artigo e defendeu os cristãos brasileiros. (Foto: Reprodução/SBT)

O artigo “Essa gente incômoda” publicado pela revista Veja na última semana, escrito pelo articulista J. R. Guzzo, atingiu diretamente o público evangélico, descrito como “um problema sem solução”.

Além da análise crítica feita por diversas lideranças evangélicas, o apresentador Ratinho desaprovou a publicação em seu programa e defendeu os cristãos brasileiros.

“Eu não gostei do que o redator escreveu”, disse ele na programação da última segunda-feira (9). “Eu não conheço nenhum evangélico que atrapalha o Brasil. Eu só conheço esse povo pregando a paz”.

Segundo o apresentador, atrapalha o Brasil quem está “guerreando na Rocinha” e “assaltando em São Paulo”, sem que providências sejam tomadas. “O problema não está nos evangélicos. O evangélico ensina o bem, tem cara que não aprende, mas que ensina, ensina”, afirmou.

A publicação da Veja resultou na reação de líderes como o Ap. Rina, da igreja Bola de Neve e o ministro de louvor Asaph Borba.

“Por que o esforço em ridicularizar um povo que só promove o bem e o amor ao próximo, que atua diariamente e longe dos holofotes e do reconhecimento da mídia, a serviço das reais necessidades da sociedade, que inspira o altruísmo, ensina valores e princípios morais e éticos, como honestidade, integridade e lealdade, que recupera e reintegra vítimas das drogas e de tantas outras mazelas?”, questionou Rina ao comentar o artigo em sua coluna do Portal Guiame.

“O artigo ignora por completo os muitos benefícios que o evangelho traz à sociedade”, opinou Borba. “Principalmente quando se vê que está nas mãos desse segmento o maior número de casas de recuperação de drogados, que tem um alto índice de recuperação, (entre os quais eu me incluo). Alguém tem dúvidas do significativo trabalho dos evangélicos no atendimento de presidiários, de idosos, de crianças e de refugiados?”, acrescentou.

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