
A ciência tem avançado de forma extraordinária na compreensão dos mecanismos da vida. Quanto mais o ser humano aprofunda seu olhar sobre o funcionamento do corpo, mais se depara com estruturas que revelam ordem, coerência e propósito. Uma delas é a polilaminina, uma proteína essencial à sobrevivência das células.
O que chama atenção é que essa estrutura, ao se organizar naturalmente, assume o formato de uma cruz — um dado observável que, para muitos cristãos, inspira reflexão e reverência.
O que é a polilaminina?
A polilaminina é formada a partir da laminina, uma proteína fundamental da matriz extracelular, responsável por sustentar as células e organizar os tecidos do corpo humano.
Ela funciona como um suporte estrutural, garantindo:
- adesão adequada das células
- orientação do crescimento e da regeneração
- estabilidade dos tecidos
- sobrevivência celular
Sem essa estrutura, a célula perde sua organização e pode entrar em morte celular programada. Em termos simples: a vida depende de sustentação.
O formato de cruz: ciência com responsabilidade
É importante destacar que a ciência não atribui significado religioso ao formato da polilaminina. O que ela faz é descrever um fenômeno real, visível em microscopia, resultado da organização natural da proteína.
A interpretação espiritual não substitui o dado científico — ela o acompanha com reverência.
A reflexão cristã
A Bíblia ensina que a criação aponta para o Criador:
“Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” (Salmo 19:1)
Para o cristão, a cruz não é apenas um símbolo histórico, mas o fundamento da vida espiritual, da reconciliação e da restauração. Ela representa o lugar onde a morte foi vencida para que a vida pudesse existir.
Ao observar que a vida biológica também depende de uma estrutura de sustentação, somos lembrados de uma verdade espiritual profunda:
- vida sem fundamento não se sustenta.
- Uma mensagem para o nosso tempo
- Vivemos dias de instabilidade emocional, confusão de valores e fragilidade espiritual. A tentativa de viver sem referências tem produzido sofrimento e desorientação.
A ciência confirma: nenhuma célula sobrevive sem ancoragem.
A fé afirma: nenhuma vida floresce sem fundamento.
Como diz a Escritura:
“Nele vivemos, nos movemos e existimos.” (Atos 17:28)
Conclusão
A polilaminina não é uma prova científica da fé cristã, mas um lembrete silencioso de que a vida não é fruto do acaso. Ela carrega princípios que ecoam verdades espirituais: ordem, sustentação e propósito.
Marisa Lobo (CRP 08/07512) é psicóloga, missionária, ativista pelos direitos da infância e da família e autora de livros sobre saúde mental, educação de filhos e autoestima infantil, entre eles "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo". Especialista em Direitos Humanos, preside o movimento Pró-Mulher.
* O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.
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