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A carroça vazia

A carroça vazia

Atualizado: Terça-feira, 28 Setembro de 2010 as 8:07

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

Com muita propriedade e tranqüilidade, gostaria de falar neste artigo sobre pessoas bem típicas, que às vezes podem ser engraçadas e em outras ocasiões, insuportáveis. São eles os falantes compulsivos e inoportunos intrometidos.

Tagarelas diplomados, eles não se importam com o assunto em que a conversa está firmada, “querem falar”. Às vezes nem lhes diz respeito, e lá estão a se meter, dando uma opinião que quase sempre não tem proveito algum. Dão um “pitaco” daqui, outro dali e saem, depois de muito custo, felizes como se estivessem dados à maior e melhor contribuição ao assunto.

Alguns fazem isso por nada, talvez para serem simpáticos ou para chamarem a atenção e criarem um status de comunicativos e eloqüentes. Mas que existe gente assim, existe, e como existe.

Há aquele do tipo espalhafatoso, que fala alto, dá estrondosas gargalhadas e gesticula que até parece que vai voar. Existem também aqueles com ares de intelectuais, fala mansa, sobrancelha erguida e gestos pausados, que falam, falam, e não conseguem expressar nenhuma opinião sensata e edificante.

"O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades ". Provérbios 15:28

Não sou idoso, mas pelo que vivi durante todos estes anos, já ouvi e vi muita coisa, e por uma convivência diária com a necessidade de depender da Palavra de Deus e de verdadeiras experiências de fé, adquiri padrões bíblicos e algum discernimento para conseguir selecionar o que é de Deus ou não.

Hoje há muita gente fazendo barulho, cínbalos retinindo (1 Coríntios 13:1) sem nenhum amor. Fala-se línguas demais, grita-se demais, profetiza-se demais, e nada demais acontece. O que se vê pelo mundo afora (não generalizando) são pessoas frustradas e decepcionadas com um falso evangelho que só alcança os já alcançados e que é inviável pelo próprio julgamento e sentença de morte de muitas igrejas para os perdidos. É muito blá, blá, blá, muito “evangeliquês” e pouca vida em Deus. Falta testemunho silencioso daquele que faz para ninguém ver, sem ibope, sem holofotes e cheio de amor e compaixão.

É por isso que não me espanta mais abrir meus e-mails e ver a seguinte afirmação: "Tá sumido?!... Você precisa aparecer mais... Parou de gravar?... Por onde você anda? ".  Minha resposta é sempre a mesma, estou aqui e continuo a fazer a obra tranqüilamente como sempre fui, consciente... E sem fazer barulho.

E para terminar, deixo com vocês uma parábola:

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio pela roça e eu aceitei com prazer. Ele parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou-me:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia se ainda não a vimos?

- Ora - respondeu meu pai - é muito fácil saber se uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa inoportuna, falando demais, interrompendo a conversa de todo mundo, falando o que não deve, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

"Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios ". Salmos 141:3

Portanto, assim diz o Senhor: Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim; se apartares o precioso do vil, serás a minha boca; e eles se tornarão a ti, mas tu não passarás par o lado deles. Jeremias 15:19

Com carinho...

Pr. Marcos Góes

Marcos Góes   é pastor, cantor, compositor e capelão da United Chaplains State of New York. Já viajou por todos os estados do Brasil, além de Estados Unidos e Europa. Prega o evangelho, ministra o louvor e é conferencista em congressos de adoração.   

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