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As filhas de Zelofeade

As filhas de Zelofeade

Atualizado: Terça-feira, 28 Setembro de 2010 as 9:22

Eram cinco. Seu pai falecera antes de entrar na terra prometida. Como mulheres, não teriam direito à herança. O problema foi levado a Moisés (N m 27), que o levou a Deus. As moças desejavam ser incluídas na herança da tribo de Manassés. Assim foi estabelecida a linha sucessória dos herdeiros e as jovens seriam contempladas com o quinhão destinado ao pai.

O novo preceito jurídico estabelecido por Deus gerou um novo problema: se elas resolvessem casar com homens de outras tribos, o quinão de Manassés seria diminuído e acrescido às outras tribos. Deus então estabeleceu um novo preceito: as jovens, somente poderiam casar com alguém de sua tribo (Nm 36: 2 e 6). Assim, o princípio da livre escolha é ferido em função da avareza dos líderes da tribo.

Outro preceito estabelecido por Deus, foi o dos primeiros frutos (os dízimos) consagrados a ele. Os líderes da tribo cumpriram a primeira parte, ao dividir a terra, mas esqueceram dos dízimos porque eram avarentos. Também não deram descanso à terra, de sete em sete anos. O Senhor os tirou da terra e deu-lhes 70 anos de amargo cativeiro.

Cristãos há, hoje, que não cedem coisa alguma a um irmão em Cristo.

Dízimo ? Nem se fala! Só esperam receber e lutam por não perder o que supõem possuir. Pode acontecer-Lhes o que ocorreu com os líderes da tribo de Manassés:

perder tudo e ser escravos. O Cristão que não cede, não contribui torna-se escravo de sua própria avareza. Não possui a alegria de tornar alguém feliz.

Sente o peso dos desacertos e a culpa por não cumprir os propósitos de Deus.

Você que não descansa aos domingos, que não tem tempo para as coisas de Deus, precisa estudar a vida das filhas de zelofeade e aplicá-la ao nosso contexto. Não podemos negar a teologia do dizimo. Precisamos de pessoas fiéis. que acreditam na benção da contribuição que gera o cooperativisrno e a expansão do Reino de Deus.

Dr. Tácito da Gama Leite Filho   é escritor, autor de 84 Livros; doutor em Teologia (Pontifícia Universidade Católica - RJ); doutor em Psicologia (Florida Christian University, Miame - FL - USA); fundador e diretor do CETEO - Centro de Estudos Teológicos Brasileiro - www.ceteo.com.br .  

Eram cinco. Seu pai falecera antes de entrar na terra prometida. Como mulheres, não teriam direito à herança. O problema foi levado a Moisés (N m 27), que o levou a Deus. As moças desejavam ser incluídas na herança da tribo de Manassés. Assim foi estabelecida a linha sucessória dos herdeiros e as jovens seriam contempladas com o quinhão destinado ao pai.

O novo preceito jurídico estabelecido por Deus gerou um novo problema: se elas resolvessem casar com homens de outras tribos, o quinão de Manassés seria diminuído e acrescido às outras tribos. Deus então estabeleceu um novo preceito: as jovens, somente poderiam casar com alguém de sua tribo (Nm 36: 2 e 6). Assim, o princípio da livre escolha é ferido em função da avareza dos líderes da tribo.

Outro preceito estabelecido por Deus, foi o dos primeiros frutos (os dízimos) consagrados a ele. Os líderes da tribo cumpriram a primeira parte, ao dividir a terra, mas esqueceram dos dízimos porque eram avarentos. Também não deram descanso à terra, de sete em sete anos. O Senhor os tirou da terra e deu-lhes 70 anos de amargo cativeiro.

Cristãos há, hoje, que não cedem coisa alguma a um irmão em Cristo.

Dízimo ? Nem se fala! Só esperam receber e lutam por não perder o que supõem possuir. Pode acontecer-Lhes o que ocorreu com os líderes da tribo de Manassés:

perder tudo e ser escravos. O Cristão que não cede, não contribui torna-se escravo de sua própria avareza. Não possui a alegria de tornar alguém feliz.

Sente o peso dos desacertos e a culpa por não cumprir os propósitos de Deus.

Você que não descansa aos domingos, que não tem tempo para as coisas de Deus, precisa estudar a vida das filhas de zelofeade e aplicá-la ao nosso contexto. Não podemos negar a teologia do dizimo. Precisamos de pessoas fiéis. que acreditam na benção da contribuição que gera o cooperativisrno e a expansão do Reino de Deus.

Dr. Tácito da Gama Leite Filho   é escritor, autor de 84 Livros; doutor em Teologia (Pontifícia Universidade Católica - RJ); doutor em Psicologia (Florida Christian University, Miame - FL - USA); fundador e diretor do CETEO - Centro de Estudos Teológicos Brasileiro - www.ceteo.com.br .  

Eram cinco. Seu pai falecera antes de entrar na terra prometida. Como mulheres, não teriam direito à herança. O problema foi levado a Moisés (N m 27), que o levou a Deus. As moças desejavam ser incluídas na herança da tribo de Manassés. Assim foi estabelecida a linha sucessória dos herdeiros e as jovens seriam contempladas com o quinhão destinado ao pai.

O novo preceito jurídico estabelecido por Deus gerou um novo problema: se elas resolvessem casar com homens de outras tribos, o quinão de Manassés seria diminuído e acrescido às outras tribos. Deus então estabeleceu um novo preceito: as jovens, somente poderiam casar com alguém de sua tribo (Nm 36: 2 e 6). Assim, o princípio da livre escolha é ferido em função da avareza dos líderes da tribo.

Outro preceito estabelecido por Deus, foi o dos primeiros frutos (os dízimos) consagrados a ele. Os líderes da tribo cumpriram a primeira parte, ao dividir a terra, mas esqueceram dos dízimos porque eram avarentos. Também não deram descanso à terra, de sete em sete anos. O Senhor os tirou da terra e deu-lhes 70 anos de amargo cativeiro.

Cristãos há, hoje, que não cedem coisa alguma a um irmão em Cristo.

Dízimo ? Nem se fala! Só esperam receber e lutam por não perder o que supõem possuir. Pode acontecer-Lhes o que ocorreu com os líderes da tribo de Manassés:

perder tudo e ser escravos. O Cristão que não cede, não contribui torna-se escravo de sua própria avareza. Não possui a alegria de tornar alguém feliz.

Sente o peso dos desacertos e a culpa por não cumprir os propósitos de Deus.

Você que não descansa aos domingos, que não tem tempo para as coisas de Deus, precisa estudar a vida das filhas de zelofeade e aplicá-la ao nosso contexto. Não podemos negar a teologia do dizimo. Precisamos de pessoas fiéis. que acreditam na benção da contribuição que gera o cooperativisrno e a expansão do Reino de Deus.

Dr. Tácito da Gama Leite Filho   é escritor, autor de 84 Livros; doutor em Teologia (Pontifícia Universidade Católica - RJ); doutor em Psicologia (Florida Christian University, Miame - FL - USA); fundador e diretor do CETEO - Centro de Estudos Teológicos Brasileiro - www.ceteo.com.br .  

Eram cinco. Seu pai falecera antes de entrar na terra prometida. Como mulheres, não teriam direito à herança. O problema foi levado a Moisés (N m 27), que o levou a Deus. As moças desejavam ser incluídas na herança da tribo de Manassés. Assim foi estabelecida a linha sucessória dos herdeiros e as jovens seriam contempladas com o quinhão destinado ao pai.

O novo preceito jurídico estabelecido por Deus gerou um novo problema: se elas resolvessem casar com homens de outras tribos, o quinão de Manassés seria diminuído e acrescido às outras tribos. Deus então estabeleceu um novo preceito: as jovens, somente poderiam casar com alguém de sua tribo (Nm 36: 2 e 6). Assim, o princípio da livre escolha é ferido em função da avareza dos líderes da tribo.

Outro preceito estabelecido por Deus, foi o dos primeiros frutos (os dízimos) consagrados a ele. Os líderes da tribo cumpriram a primeira parte, ao dividir a terra, mas esqueceram dos dízimos porque eram avarentos. Também não deram descanso à terra, de sete em sete anos. O Senhor os tirou da terra e deu-lhes 70 anos de amargo cativeiro.

Cristãos há, hoje, que não cedem coisa alguma a um irmão em Cristo.

Dízimo ? Nem se fala! Só esperam receber e lutam por não perder o que supõem possuir. Pode acontecer-Lhes o que ocorreu com os líderes da tribo de Manassés:

perder tudo e ser escravos. O Cristão que não cede, não contribui torna-se escravo de sua própria avareza. Não possui a alegria de tornar alguém feliz.

Sente o peso dos desacertos e a culpa por não cumprir os propósitos de Deus.

Você que não descansa aos domingos, que não tem tempo para as coisas de Deus, precisa estudar a vida das filhas de zelofeade e aplicá-la ao nosso contexto. Não podemos negar a teologia do dizimo. Precisamos de pessoas fiéis. que acreditam na benção da contribuição que gera o cooperativisrno e a expansão do Reino de Deus.

Dr. Tácito da Gama Leite Filho   é escritor, autor de 84 Livros; doutor em Teologia (Pontifícia Universidade Católica - RJ); doutor em Psicologia (Florida Christian University, Miame - FL - USA); fundador e diretor do CETEO - Centro de Estudos Teológicos Brasileiro - www.ceteo.com.br .  

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