
Pois é. Tem coisas que a gente não gosta, mas, fazer o quê, acabam fazendo parte das nossas vidas. Chupeta é uma delas. Chupetas, melhor dizendo.
Esses três pequenos usaram chupetas até os 4 anos, se não me engano. Enquanto eram bebês, tudo bem, não me incomodava muito. Mas, depois que ficaram grandes, achava simplesmente horrível.
Agora, não dava pra imaginar aquelas criaturinhas pequenas, miúdas, sem chupetinhas pra acalentar e embalar o sono. Afinal, eram três de uma vez! Então, as chupetas nos ajudaram muito com a tranquilidade deles e, claro, com a nossa também. Tínhamos caminhões de chupetas em casa [que exagero!], muitas e muitas chupetas.
Durante o dia, eles usavam um prendedor pra não perdê-las pela casa. E, durante a noite, colocávamos umas três chupetas extras no berço de cada um. Gosto do nome da chupeta em inglês: pacifier, pacificadora. É sua função, de fato, pacificar!
Aí eles foram crescendo e, com 2 anos e meio, foram pra escola. Foi então que começou o longo processo pra largarem as chupetas. Não usavam as chupetas na escola, mas, logo que chegavam, já iam procurar as benditas. Com o tempo, fomos restringindo o uso e acabaram usando só na hora de dormir.
Depois, tentamos dar a chupeta para o Coelho da Páscoa. Não deu certo. Tentamos várias estratégias, que também não funcionaram. Por fim, no Natal, o Papai Noel levou as chupetas deles e nunca mais!
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