Ambiente familiar influencia filhos com dificuldades na escola

Ambiente familiar influencia filhos com dificuldades na escola

Atualizado: Segunda-feira, 11 Outubro de 2010 as 9:46

Um problema comum e até esperado pelos pais é o da criança que não gosta de estudar. E elas são maioria. Difícil é conhecer pequenos apaixonados por ir à escola, praticar exercícios de matemática, aprender novos verbos e fazer dias de provas. Claro, toda a situação é contornável, contudo, há casos em que uma única conversa apenas não provoca nenhum efeito de mudança.

"E Agora? Meu Filho Não Gosta de Estudar!" analisa situações extremas de relacionamento e desmotivações pessoais que interferem no interesse e na vontade de aprender das crianças.

Para a psicóloga e autora do livro, Tatiana Sessa, o primeiro e mais fundamental passo para reverter esta situação é compreender o próprio filho. Com isso, ela quer dizer que não há espaço para os pais se culparem por algo que deu errado e nem nada disso. É só uma questão de prestar atenção com mais cuidado nos interesses dele.

Sessa lembra logo no início do texto que "a curiosidade é uma atividade natural", e mesmo quando bebês uma série de sentimentos movem os olhares, a boca e as mãozinhas em alcançar e satisfazer um desejo. A psicóloga usa deste fato para mostrar a pais e educadores que qualquer criança tem interesse em algo. Ao descobrir um deles, uma porta nova pode se abrir rumo à vontade de aprender coisas diversas, e claro, aos estudos.

A autora toma cuidado em alertar os pais e lembrá-los de que os tempos de hoje são muito diferentes dos de outras épocas, logo, os métodos de ensino, colegas de classe, dinâmica dos exercícios, professores e quaisquer outras relações sofreram mudanças.

"O cenário mudou, as exigências são outras. A era da informática e da globalização nos coloca em uma overdose de informações. Como preparar então uma criança para o sucesso?", questiona Sessa.

Em alguns momentos, o texto adquire um tom de questionário e que, independente das respostas, não necessariamente representa os dois lados da moeda. Outros fatores externos devem ser considerados. Mas nem isso ou algumas fórmulas populares de ensino desmerecem o trabalho da autora.

"E Agora? Meu Filho Não Gosta de Estudar!" não é -- assim como qualquer outro livro que aborde o tema -- uma obra final sobre a motivação da aprendizagem em crianças. Pois, como a própria psicóloga cita, "do útero até a morte, estamos desvendando os mistérios da vida". Por isso, cabe a cada pai a tarefa de se interessar, envolver e encontrar o melhor diálogo possível para despertar e conscientizar a criança da importância e do prazer de estudar.

Um problema comum e até esperado pelos pais é o da criança que não gosta de estudar. E elas são maioria. Difícil é conhecer pequenos apaixonados por ir à escola, praticar exercícios de matemática, aprender novos verbos e fazer dias de provas. Claro, toda a situação é contornável, contudo, há casos em que uma única conversa apenas não provoca nenhum efeito de mudança.

"E Agora? Meu Filho Não Gosta de Estudar!" analisa situações extremas de relacionamento e desmotivações pessoais que interferem no interesse e na vontade de aprender das crianças.

Para a psicóloga e autora do livro, Tatiana Sessa, o primeiro e mais fundamental passo para reverter esta situação é compreender o próprio filho. Com isso, ela quer dizer que não há espaço para os pais se culparem por algo que deu errado e nem nada disso. É só uma questão de prestar atenção com mais cuidado nos interesses dele.

Sessa lembra logo no início do texto que "a curiosidade é uma atividade natural", e mesmo quando bebês uma série de sentimentos movem os olhares, a boca e as mãozinhas em alcançar e satisfazer um desejo. A psicóloga usa deste fato para mostrar a pais e educadores que qualquer criança tem interesse em algo. Ao descobrir um deles, uma porta nova pode se abrir rumo à vontade de aprender coisas diversas, e claro, aos estudos.

A autora toma cuidado em alertar os pais e lembrá-los de que os tempos de hoje são muito diferentes dos de outras épocas, logo, os métodos de ensino, colegas de classe, dinâmica dos exercícios, professores e quaisquer outras relações sofreram mudanças.

"O cenário mudou, as exigências são outras. A era da informática e da globalização nos coloca em uma overdose de informações. Como preparar então uma criança para o sucesso?", questiona Sessa.

Em alguns momentos, o texto adquire um tom de questionário e que, independente das respostas, não necessariamente representa os dois lados da moeda. Outros fatores externos devem ser considerados. Mas nem isso ou algumas fórmulas populares de ensino desmerecem o trabalho da autora.

"E Agora? Meu Filho Não Gosta de Estudar!" não é -- assim como qualquer outro livro que aborde o tema -- uma obra final sobre a motivação da aprendizagem em crianças. Pois, como a própria psicóloga cita, "do útero até a morte, estamos desvendando os mistérios da vida". Por isso, cabe a cada pai a tarefa de se interessar, envolver e encontrar o melhor diálogo possível para despertar e conscientizar a criança da importância e do prazer de estudar.

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