Brasileiro reduz pela metade tempo gasto em compra no supermercado

Brasileiro reduz pela metade tempo gasto em compra no supermercado

Atualizado: Quarta-feira, 6 Outubro de 2010 as 4:53

O consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora.

Os dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que será divulgado hoje pela Popai Brasil, associação para o desenvolvimento do marketing nos pontos de venda.

Fatores como comodidade, falta de tempo e trânsito engarrafado explicam essa mudança de comportamento, afirma a pesquisadora do Provar (Programa de Administração do Varejo) Ana Caroline Fernandes.

E a inflação controlada desobriga o brasileiro de comprar em grande quantidade para se proteger da disparada dos preços, como era comum até o início dos anos 90.

A média de itens comprados a cada visita ao mercado caiu de 44, em 1998, para 23, em 2004, e 8, em 2010.

Isso leva as empresas a investir em unidades mais enxutas, onde a menor dispersão dos produtos permite economizar tempo, diz Fernandes. Ela ressalta que os hipermercados não estão perdendo mercado.

O consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora.

Os dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que será divulgado hoje pela Popai Brasil, associação para o desenvolvimento do marketing nos pontos de venda.

Fatores como comodidade, falta de tempo e trânsito engarrafado explicam essa mudança de comportamento, afirma a pesquisadora do Provar (Programa de Administração do Varejo) Ana Caroline Fernandes.

E a inflação controlada desobriga o brasileiro de comprar em grande quantidade para se proteger da disparada dos preços, como era comum até o início dos anos 90.

A média de itens comprados a cada visita ao mercado caiu de 44, em 1998, para 23, em 2004, e 8, em 2010.

Isso leva as empresas a investir em unidades mais enxutas, onde a menor dispersão dos produtos permite economizar tempo, diz Fernandes. Ela ressalta que os hipermercados não estão perdendo mercado.

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