Ela tem aprendido muito sobre o perdão com os cristãos. Após participar de um protesto que chocou centenas de milhares de brasileiros com um "beijaço gay" junto a uma colega, em uma cruz de papelão, em frente à Igreja da Candelária, a ex-feminista Sara Winter viralizou na web, ao reconhecer em um vídeo, que exagerou e pediu perdão pelas ofensas ao cristianismo.
Sensibilizada pela maternidade e decepcionada com o movimento feminista, Sara passou a viver uma nova etapa de sua vida, na qual decidiu alertar a sociedade sobre os verdadeiros objetivos do feminismo no Brasil, celebra o acolhimento dos cristãos ao seu pedido de perdão e celebra o lançamento de seu livro "Sete Vezes que Fui Traída pelo Feminismo".
Em entrevista exclusiva ao Guiame, Sara falou sobre a relação entre a ideologia de gênero e o feminismo e a sua nova visão sobre a legalização do aborto.
Confira a entrevista logo abaixo:
Portal Guiame: Você publicou um vídeo no qual pede perdão aos cristãos e assume que exagerou ao protestar com um "beijaço gay" em frente à Igreja de Candelária. Agora, como você tem sentido a reação dos cristãos com relação a esta sua atitude?
Sara Winter: Me sinto extremamente feliz e acolhida. Nunca imaginei que pessoas religiosas levassem a sério o “perdão”. Isso é um aprendizado a todos que criticam os cristãos.
Guiame: Em seu novo livro, você traz no tema, o complemento "Sete Vezes que Fui Traída pelo Feminismo". A partir de qual momento você começou a se sentir traída pelo próprio movimento que você defendia?
Sara: Desde quando voltei da Ucrânia, após ter viajado e aprendido a protestar com o movimento Femen. Nunca houve união dentro do atual movimento feminista brasileiro. É um ambiente completamente tóxico, repleto de fofocas, intrigas, humilhações e perseguições.
Guiame: Em uma entrevista anterior, você afirmou que pretende alertar as meninas para se manterem longe do feminismo. Em qual nível este movimento poderia prejudicar de fato as garotas?
Sara: O movimento feminista pode prejudicar mulheres em de uma maneira irreversível. As constantes perseguições às mulheres que discordam das pautas vão do cyberbullying a ameaças de agressão física e morte. Além do incentivo à promiscuidade, a parar de tomar anticoncepcional e principalmente do incentivo e distribuição de abortivos, que podem levar mulheres a óbito.
Guiame: As vendas de seu novo livro irão ajudar mulheres que não quiseram abortar seus bebês. A sua maternidade influenciou este seu novo olhar sobre a interrupção da gravidez?
Sara: Com certeza. Ser mãe é uma dádiva! É uma experiência que toda mulher que deseja deve passar. Bebês não tem culpa do descuido, irresponsabilidade dos adultos. Precisamos interceder por eles.
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